Quinta-feira, 29 de Setembro de 2011
por Ricardo Vicente

Parlamento alemão aprovou expansão do fundo de resgate que também financia Portugal (daqui).

 

Durão Barroso já vem exigindo um reforço do FEEF há meses. Mais uma vez, a Alemanha agiu com muito atraso, a reboque dos acontecimentos e contrariada. Angela Merkel é um exemplo perfeito de uma não-liderança: em vez de tomar a iniciativa e antecipar-se ao mais que certo evoluir da situação económica, acaba por deixar sempre que os factos a forcem ao inevitável.

O problema é que estes sucessivos atrasos e renitências teutónicos têm custos económicos sérios. Mas Merkel não se interessa por custos económicos, apenas com os custos eleitorais. E só com os seus.


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6 comentários:
De k. a 29 de Setembro de 2011 às 16:02
É horripilante escrever isto, mas...

(ewww)

O durão barroso, de todos os líderes europeus, demonstra ter as propostas mais consistentes, e com vontade de as implementar (independentemente se concordamos ou não, ou se ele tem poder para as implementar)

...

(bou gomitar)


De Ricardo Vicente a 29 de Setembro de 2011 às 17:48
É verdade. O Durão Barroso tem feito uma carreira política preocupada sobretudo com o sucesso pessoal dele mesmo mas não há dúvida que ele tem oferecido propostas muito razoáveis e atempadamente ao longo desta crise. Claramente, não lhe tem faltado vontade de resolver a crise.


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