Quarta-feira, 4 de Julho de 2012
por Pedro M Froufe

"(...) Apesar de ser indiferente que, enquanto político,  A, B ou C seja ou não dr., engº ou arquitecto (por exemplo), que se saiba e que seja plausível, nunca o Ministro (ou o cidadão) Miguel Relvas utilizou o dito título académico para o exercício de actividades cujo pressuposto seja, precisamente, o domínio de conhecimentos técnico-científicos supostamente certificados por esse mesmo título. Até ver e que se saiba – e nem sequer sobre isso foi questionado –  também não mentiu sobre nenhuma circunstância do seu cv académico. Não desenhou ou assinou projectos para licenciamento de casas em Tomar ou noutra localidade qualquer, nem ocupou cargos técnicos ou na administração pública cujos requisitos necessários integrassem uma determinada licenciatura… Digo eu, ou estarei a ver mal as coisas?! (...)"


tiro de Pedro M Froufe
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5 comentários:
De alves dos santos a 4 de Julho de 2012 às 23:10
Mal até podes não estar a ver, porque tens uns belos olhos, mas és vesgo de todo, só vês o que te interessa.

Vocês, laranjinhas, rosinhas, vermelhinhos e coisas mais ou menos descoradas, são feitos da mesma lama que está a empatar o país, pantanosamente.


De Rodrigo Saraiva a 5 de Julho de 2012 às 00:31
tiro certeiro.sem tirar nem pôr.


De k. a 5 de Julho de 2012 às 09:26
Outro defensor das Novas Oportunidades...!

Afinal, o principio é o mesmo: Reconhecer formalmente competências adquiridas ao longo do percurso profissional.

Obrigado Pedro, fico feliz por compreenderes.


De Paulo Rebocho a 5 de Julho de 2012 às 15:10
Lá porque o sr. Dr. Relvas não utilizou o título (e que título!, um dr. farinha amparo da lusófona, meu Deus!) para assinar cenas, tal não quer dizer que este processo seja ético. E vosmecê só não percebe isso porque não lhe dá jeito. E mentiu, mentiu: 2.o ano do curso de Direito?!


De xico a 5 de Julho de 2012 às 21:47
Está a ver mal porque se refere ao anterior primeiro ministro com pressupostos errados.
O anterior primeiro ministro tem um bacharelato de 4 anos (não de 3) tirado num estabelecimento de ensino público que o habilitava a todas as funções que desempenhou na administração pública. Depois, quando foi ministro ou deputado quis ter uma licenciatura. Não discuto, porque não conheço, os métodos que utilizou. Agora os cargos que desempenhou foram à custa de um curso tirado quando tinha vinte e poucos anos e é igual ao que possuem a maioria dos técnicos municipais. Actualmente as licenciaturas são de três anos e com créditos inferiores ao bacharelato tirado por Sócrates.
Está em causa a forma como Sócrates quis ter uma licenciatura pré-bolonha. Não estão em causa os cargos técnicos que desempenhou antes de ter a tal suposta licenciatura.
O seu a seu dono.


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