Quarta-feira, 18 de Julho de 2012
por jfd

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3 comentários:
De Guillaume Tell a 19 de Julho de 2012 às 01:10
Eu que posso ser muita coisa não penso no entanto ser um pobre de espírito, e sabendo que a pessoa não tem nem brilhado pelos vistos pelas suas ideias discutamos um pouco de factos:

Quid da privatização da RTP?
Quid da reforma autárquica? Foi preciso garantir quanto dinheiro aos autarcas até começarmos a avançar (será que avançamos?) um pouco.
Quid da redução das fundações e institutos públicos?
Quid das empresas públicas?
Quid do secretariado-geral do PSD (não era Relvas que pouco tempo antes do Governo dizia que não queria ser ministro e preferia ficar como secretário-geral)?

E mesmo que isto esteja em bom caminho e que se reconheça que é preciso tempo é curioso que o minisro mais "político" do Governo, e que portanto deve coordenar a comunicação de este e ser o "ponta-de-lança" contra as diversas oposições não consegue ser mais "agressivo"?

É quase sistemático: quando um grupo de interesse é ameaçado eles conseguem quase sempre virar, ou dar a impressão, a situação em seu proveito: médicos, enfermeiros, professores, autarcas, constructoras...

Não valerá melhor começar a preparar a saída de Miguel Relvas, fundir o seu ministério com o de Paulo Portas e dar-lhe a responsabilidade da gestão do Estado paralelo. Ele está sempre a criticar a corrupção do Bloco central mas consegue sempre se pirar quando surge algo de concreto, pronto que assume e que retenha a glória do sucesso que essa reforma dará (e não esta treta de não fazer nada e aparecer como um santo).




De jfd a 19 de Julho de 2012 às 11:46
Meu caro,

Obrigado pelo comentário.

Considero que, para lá da tua sugestão, o ideal é aguardar.
Tudo o que questionas está de facto a avançar. As autarquias necessitavam da injecção . Mas foi de tal forma feita que ficaram responsabilizadas. A liquidez entrou na economia. Não foi para rotundas ou fontes pindéricas , mas sim para fornecedores que tinham já as suas tesourarias estranguladas por fazerem negócios com o estado.

A RTP estrebucha mas já está a ver a gordura cortada e o despesismo perto do fim.

A Lusa tem chiliques mas tem igual final.

Como se canta na banda que veio substituir a Florência da Máquina: Roma não foi feita num dia...

E eu sei que tens seguido as notícias. Dá tempo ao tempo.


De Guillaume Tell a 19 de Julho de 2012 às 15:50
Em todo caso há que preparar o futuro; Miguel Relvas está a manchar a credibilidade do Governo e eu penso que se ele quer ficar vai ter de demostrar trabalho depressa. Os portugueses serão capazes de o perdoarem se virem a RTP e a Lusa fora do erário público, se virem os autarcas faltosos castigados e os competentes recompensados e se virem uma acção mais agressiva em relação às PPP. Ah e se ele se desculpar dizendo que efectivamente o curso dele não valerá grande coisa mas que o problema não ele ter um curso "desmerecido" mas sim o sistema o permitir, ripostando a seguir que ele está justamente no seu lugar para lutar contra isso, ao contrário da Esquerda que fala, fala mas que está bem contente quando beneficia de iguais condições (isto por mim seria a cereja no bolo).

Assim ainda há hipoteses.


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