Segunda-feira, 30 de Julho de 2012
por Carlos Faria

A ser verdade o que diz o jornal A Bola de hoje sobre a venda de Witsel por 40 M€ ao Real Madrid e o empréstimo de Nelson Oliveira ao Coruña, o Benfica está a tornar-se cada vez mais um misto de entreposto comercial e bolsa de valores de jogadores, onde alguns especuladores ganham dinheiro, incluindo o clube, e onde o interesse  de conquistar títulos passou para segundo plano. Um comportamento terceiro mundista para um dos maiores clubes do mundo localizado na Europa.

Como benfiquista este comportamento causa-me náuseas e tristeza e aguardo o desmentido ou não concretização de nenhuma das notícias, enquanto isto, os dragões hão de já estar a esfregar as mãos de contentamento.


tiro de Carlos Faria
tiro único | comentar | gosto pois!

11 comentários:
De Pedro Correia a 30 de Julho de 2012 às 18:02
A mim espanta-me sobretudo o empréstimo do NO ao Corunha. Então o rapaz, segundo tantos analistas do esférico, merecia a titularidade imediata na selecção nacional (houve até um desses analistas, que usa óculos e demasiada brilhantina, que defendia tal tese com a tenacidade de um disco partido) e não consegue sequer ser titular no Benfica pela segunda época consecutiva?
Que decepção...


De Carlos Faria a 30 de Julho de 2012 às 21:12
Para mim a deceção é sobretudo estarem a fazer do Glorioso barriga de aluguer para gestação de bons jogadores para exportar e outros ficam cá a fazer-nos sofrer.


De Rodrigo Saraiva a 30 de Julho de 2012 às 18:04
eu por mim interessava-me era emprestarem o Miguel Rosa mais uma época ao meu Belenenses. Isso é que era.


De Carlos Faria a 30 de Julho de 2012 às 21:10
Brincalhão


De fado alexandrino a 30 de Julho de 2012 às 21:31
Sem mácula.
O clube está entregue a empresários.
Que tristeza.
Falando português, puta que os pariu.


De Carlos Faria a 30 de Julho de 2012 às 22:40
Pois mesmo sem utilizarmos as mesmas palavras, estamos de acordo os dois. ;-)


De Ricardo Gonçalves a 30 de Julho de 2012 às 21:41
Venho deste modo apresentar-lhe o meu novo projecto. Trata-se de um novo blog que pretende fazer uma análise clara e concisa sobre a actualidade nacional e internacional.
Este projecto surgiu no seguimento do término da minha licenciatura na Faculdade de Economia do Porto (FEP). Sempre me interessei bastante pelas questões macroeconómicas, mas entendi que só após a minha licenciatura estaria preparado para abordar estas questões com o rigor que se lhe exige. Gosto de fazer análises credíveis e baseadas sempre em estatísticas credíveis, como irá reparar ao visitar o blog.


PS: o link do blog é http://ecoseconomia.blogspot.pt/



De Carlos Faria a 30 de Julho de 2012 às 22:42
Embora o tema seja alheio ao artigo, fica prometida uma visita pelo menos ;-)


De Marão a 30 de Julho de 2012 às 22:35
COMO SEGURO E QUEJANDOS PERDERIAM O EMPREGO

Actualização do estatuto e reformulação das freguesias, claro que sim. Mas não se acomodam anexos antes de se dimensionar a nave principal. Se os partidos beneficiários do sistema feitos patos-bravos querem assentar tijolo sem cuidar dos alicerces, dos socialistas registe-se que quando na governação não gerem, atrapalham, diluem e transferem. Catastróficos ao leme, ciclone arrasador na oposição. Não há solução para o País com um sistema eleitoral talhado á conta e medida como alimento das clientelas partidárias do arco dominante, em que as permutas de poder, entre estafados e viciados ocupantes se sucedem ciclicamente em restrita escala a dois comparsas, com pendura de ocasião em permanente estado de alerta. Inundados de naftalina trocam de actores e fatiotas, preservando á vez a chave bem guardada do palheiro que os vai engordando, repartindo e enfardando entre si em palco de simulação de guerrilhas para entretenimento público. Só uma emenda constitucional de emergência máxima constituirá receita curativa para tão nociva moléstia, com renovação de gentes, refrescamento e distribuição com renovados e legítimos peões em tabuleiro a arejar com destreza. Das quase duas centenas e meia de deputados ensacados em turbilhão, aí uns 50% não tem feito mais que coçar cadeiras, agarrados, tolhidos e obedientes por vícios fósseis desde á mais de 30 anos, em que nunca foram capazes, ou intencionalmente mascararam a emergência de parir uma nova, escorreita e transparente lei eleitoral. O modo e tempo da actual discussão do número de freguesias não passa de um mal encenado número circense, quando tudo deveria iniciar-se por uma constituição adulta e sem sofismas, pelo modo de eleição e assento no parlamento e órgãos autárquicos para que com legitimidade renovada se arquitecte o edifício administrativo do País. A redução do número de deputados deve andar perdida, a descentralização, (que não uma regionalização multiplicadora de benesses e burocracia), parece que se perdeu. Se os governantes de turno apenas rodeiam habilidosamente as questões estruturais de fundo, os anafados opositores enquanto arregalam o olho á espera de vez, vão-se coçando com um chega para lá macaco, que em vez de apontar alternativas decentes insistem em inundar-nos a pele, tossindo e salivando gafanhotos. Saltam de galho em galho como quem muda de camisa, de Faro para Braga como de Sintra para Lisboa. Sempre prontos a saltar para o comboio da fruta.


De Carlos Faria a 30 de Julho de 2012 às 22:44
Penso que estava a comentar o artigo do outro recruta Alexandre Poço


De Marão a 31 de Julho de 2012 às 09:03
Tem toda a razão. Obrigado pelo reparo. Vou colocar no sitio certo e se puderem apagar aqui agradeço.


comentar tiro

Regimento
outras cavalarias
tiros recentes
tiros mais comentados
cofre
tags
Arregimentados
Subscrever feeds