Terça-feira, 31 de Julho de 2012
por Maurício Barra

O comissário político do PC que dirige a CGTP disse ontem, à saída da audiência com o Presidente da República, onde foi contestar o tímido Código de Trabalho que vai ser promulgado, que a CGTP não admite que sejam as empresas a definir os horários e os regimes de trabalho.

O quê ??? 


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4 comentários:
De Carlos Faria a 31 de Julho de 2012 às 09:30
Dali já nada estranho... nem entranho


De Vita C a 1 de Agosto de 2012 às 10:30
Permita-me discordar e achar este post de uma incompreensibilidade e incompreensão atroz. Creio que todos conhecemos (uns se calhar não, feliz ou infelizmente) a realidade de haver pessoas, como eu ou o senhor, a trabalhar bem mais de 8 horas por dia, mais de 5 dias por semana e a receberem o salário mínimo, sem qualquer espaço para queixa, lamentação ou recusa. Existe, claramente, uma manobra de alguns mal formados (honestamente, há-os de ambos os lados da barricada patronato/empregados, quando esta barricada nem deveria existir) e depois existe, obviamente, uma incapacidade de expressão gritante. Esta, contudo, não nos deve desviar do que realmente importa.


De Maurício Barra a 1 de Agosto de 2012 às 11:27
Não concordar com situações injustas não significa entregar critérios de funcionamento de uma empresa à CGTP. Vidé organização de trabalho na Auto-Europa.


De Vita C a 1 de Agosto de 2012 às 11:39
Não foi isso que defendi (a entrega de critérios à CGTP). Apenas teci consideração sobre a realidade oculta que a CGTP e o PCP (e todos) conhecem, mas poucos denunciam. A Auto-Europa é uma feliz excepção. Não deixa de haver a norma por haver a excepção.


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