Segunda-feira, 27 de Agosto de 2012
por Fernando Moreira de Sá

Segundo os cálculos a RTP custou aos contribuintes, de 2003 até 2011, mais de 3,7 mil milhões de euros.

 

Numa época em que só se fala de milhões, este número até pode passar despercebido mas não deve. A pergunta que importa fazer, agora, é: em quê?

 

Qual a diferença entre a RTP1 e as restantes estações de televisão? Nenhuma. O mesmo tipo de concursos, de programas da manhã, de noticiários, de indiferença a tudo o que se passa para lá de Vila Franca a Norte e Setúbal a Sul, os mesmos debates sobre bola, etc. Se assim foi e é, qual o motivo para ter de pagar tanto dinheiro dos meus impostos num putativo serviço público de televisão?

 

O que deveria, nesta altura, preocupar a Impresa e a Media Capital era, isso sim, a concorrência desleal da RTP1 que os copia mas gastando o dinheiro dos outros - o nosso, para ser mais preciso.

 

E a RTP2? Passando ao lado daqueles que mais a defendem agora são os mesmos que se deliciam com o AXN, a FOX, o Discovery Channel e o Odisseia raramente vendo a RTP2, vamos ao que interessa. Os noticiários da RTP2 são diferentes dos da SICN ou da TVI24? Os programas culturais da 2 diferenciam-se daqueles que se pode ver na cabo? Tanto num caso como noutro, não me parece. Logo, a discussão deveria ser outra: defender que a SICN, a TVI24 e mais dois ou três canais culturais da cabo possam fazer parte do pacote da TDT.

 

O resto é conversa da treta.

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