Quarta-feira, 24 de Outubro de 2012
por Rui C Pinto

Miguel Relvas diz hoje que só "em última linha" haverá despedimentos na Lusa. Ora, dito isto no mesmo dia em que é noticiado o hipotético corte de 10% no valor mínimo do subsídio de desemprego, dá-nos mesmo que pensar... 

 

É chegado o momento de debater, na sociedade portuguesa, o que é, de facto, prioritário no que toca às despesas do Estado. É moralmente inaceitável que se corte 1 cêntimo no subsídio de desemprego de quem vive no limiar de pobreza, por cada 100 euros que não se cortem na RTP, Lusa, Carris, Metro, CP, etc., etc., etc. 


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4 comentários:
De Marão a 24 de Outubro de 2012 às 21:02
Eis o drama. Tudo se precipitou no dia em que Relvas se revelou uma perniciosa erva daninha. O oficial do rancho Gaspar embrenhado nas contas das ementas perdeu por completo a noção do estado de saúde e prontidão dos soldados em parada. Sempre lhe tendo faltado uma coordenação escorreita da situação política e militar dos efectivos aquartelados, acabou por chamar a formatura os que já tinham sido punidos com as flexões da praxe, deixando sem prestar contas os eternos gandulos e desenfiados do costume.


De Rui C Pinto a 24 de Outubro de 2012 às 21:57
você tem jeito para a ficção.


De Marão a 24 de Outubro de 2012 às 23:26
Prefiro chamar-lhe analogia, ou com mais irónica propriedade, retalho de anacrónicologia política.


De Retornado a 25 de Outubro de 2012 às 00:16
O Gaspar apenas expôs a ferida, outros virão fazer o grande tratamento que vai ser demorado.

Com as viagens low coast e internet, e umas remessas, a emigração não será tão violenta como noutras crises.

E lá se resolverá a situação para um dia voltarmos novamente à triste sina.

Mas não é muito complicado, o que mais custa são os primeiros 40 anos.

É repetitivo!


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