Sábado, 3 de Novembro de 2012
por Carlos Faria

Vivemos num momento crucial para se conseguir adequar o modelo socioeconómico e político de Portugal à realidade conjuntural e estrutural do País do início do século XXI sem desrespeitar de forma preconceituada os valores fundamentais de Abril: a liberdade e a justiça.

Certo que há quem confunda liberdade e justiça com a imposição da sua ideologia, mas há também quem esteve em governos e não foi capaz de corrigir a herança complexa do passado e como tal deixou os problemas para que outros os resolvessem no futuro.

Infelizmente, depois de não ter sido capaz do difícil, só tem criado dificuldades a quem com maior ou menor imperfeição corajosamente se esforça por mudar os constrangimentos que nos colocaram à beira da bancarrota. Só que pior do que dificultar, considera ainda a democracia uma barreira às reformas fundamentais do Estado, como se a falta de democracia, mesmo que temporária, fosse algo melhor que a austeridade ou gerasse desenvolvimento e fosse justa.

Eu por mim não tenho complexos de assumir que acredito na democracia e é nela que considero viável criar-se um futuro melhor, mesmo no seio das dificuldades.


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2 comentários:
De Marão a 4 de Novembro de 2012 às 08:41
A democracia pesa-lhe mais que um vagão de carvão para tomar às colheres.
Em que corporação está alistada a Senhora Doutora? Que influências pretende assegurar e que interesses a fazem mover?


De Carlos Faria a 4 de Novembro de 2012 às 10:50
Confesso que de tanto ódio que a Senhora passou a destilar, começava a desconfiar que se tratava de uma questão pessoal e nada mais. Mas tanto enfoque nas limitações da democracia começo a pensar que existe ali mesmo uma má formação política.


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