Sexta-feira, 14 de Outubro de 2011
por Pedro Correia

«Com acusações tão graves, Sócrates devia aparecer e explicar-se. Não cabe a outros, cabe a ele. Devia dar a cara. É chocante que possa andar num refúgio a estudar filosofia na hora que passa.»

Carlos Albino, no blogue Notas Verbais


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13 comentários:
De k. a 14 de Outubro de 2011 às 12:48
Poça, ficaram mesmo orfãos :(

Porquê o "Sócrates"? Porque não o teixeira dos santos, ou o governo anterior? Aliás, porquê apenas o governo anterior?


De Pedro Correia a 14 de Outubro de 2011 às 15:50
Onde andou você nos últimos seis anos?


De J.M. Coutinho Ribeiro a 14 de Outubro de 2011 às 15:46
e pode?


De Pedro Correia a 14 de Outubro de 2011 às 15:50
Je ne sais pas.


De PC a 14 de Outubro de 2011 às 17:19
... " Onde é que você andou nos últimos seis anos " .. kakakakakakakak !

É caso para perguntar, onde é que você estava quando em 1980/81, Cavaco Silva foi eleito Min.das Finanças e Presidente do Conselho Nacional do Plano, cargo que exerceu até 1984.

E por onde andou durante o período que mediou entre 1985 e 1995 período em que Cavaco Silva foi Primeiro-Ministro deste país ?

Escuso-me de fazer perguntas sobre o período que mediou a partir 2006 até aos tempos actuais pois todos temos conhecimento do " desempenho brilhante " do senhor de Boliqueime !

O Pedrocas , anda muito desmemoriado, este calor fora de época tem efeitos nefastos que nem imaginam ...


De Pedro Correia a 14 de Outubro de 2011 às 17:27
«1980, 1981, 194, 1985, Boliqueime...»
Nem uma leve beliscadura ao engenheiro que esteve no governo durante 12 dos últimos 15 anos, seis dos quais como primeiro-ministro. Como se esse longo período nunca tivesse existido.
"Tem pai que é cego", como diria o Jô Soares num velho programa de televisão. E o pior cego é mesmo aquele que se esforça por não ver.


De Pc a 14 de Outubro de 2011 às 18:19
Para não perder muito mais tempo com o querido Pedrocas , veja se consegue perceber que em 1980, o governo da AD tinha por ministro das finanças Cavaco Silva.
Este foi responsável por medidas como a valorização do escudo (dificultando as exportações), subida dos gastos orçamentais e subida das importações: o défice das transacções correntes subiu 5% (do PIB) em 1980 para 11,5% em 1981 e 13,2% em 1982. A dívida externa disparou de 467 para 1199 milhões de contos.

A somar a tudo isto, o Prof. Cavaco Silva foi também responsável por um clima de crispação contra a liderança de Francisco Balsemão o que levou ao fim da AD e, nas eleições de Abril de 1983, à vitória do PS.


Depois de medidas gravosas tomadas por aquele partido e da eleição de Cavaco como presidente do PSD na Figueira da Foz, rompeu-se o Bloco Central, foi a eleições (1985) e ganhou, beneficiando da estabilização feita por outros.
Depois, a maioria cavaquista, foi o que se sabe: o engordar da função pública, a política do betão e a rejeição da meritocracia no Estado (já para não falar dos Dias Loureiros e Oliveiras e Costas).

Limpe-se a este guardanapo e deixe-se de patetices ou então deixe de comer queijo por uns tempos ...


De Pedro Correia a 14 de Outubro de 2011 às 23:38
Você é que anda a comer muito queijo. Lendo o que escreveu vê-se que parou no tempo.
Só aqui entre nós: já não estamos em 1985 faz algum tempo...


De PC a 15 de Outubro de 2011 às 00:49
A hipocrisia dos jotinhas, é perfeitamente patética ...

A tout à l'heure !


De Pedro Correia a 15 de Outubro de 2011 às 00:57
Você continua muito ancorado ao passado remoto. José Sócrates, de facto, foi militante da JSD.


De PC a 15 de Outubro de 2011 às 01:07
Hum...hum, caro Pedrocas se começarmos a falar de camaleões, é bom que se prepare porque deste lado pode sair chumbo muito grosso...

http :/ www.youtube.com /watch?v=KKw-UjHCEWI&feature=results_video&playnext=1&list=PL13742401ED9380D5

Fraquinho... muito fraquinho ... cresce e aparece!

À bientôt.


De Pedro Correia a 15 de Outubro de 2011 às 01:36
Volto já. Vou ali comprar um cão.


De Francisco Seixas da Costa a 17 de Outubro de 2011 às 00:28
Porque o assunto, ainda que indiretamente, foi aqui referido, ficaria grato se transcrevesse a carta que, no dia 16.10.11, subscrevi no "Cooreio da Manhã":

O “Correio da Manhã” publicou, na passada semana, uma notícia relativa à admissão do Engº José Sócrates no Instituto de Estudos Políticos, na qual se afirmava que o embaixador de Portugal em França “mexeu e remexeu os cordelinhos para permitir a entrada do ex-chefe do governo na universidade”, após uma suposta “terceira recusa” à sua admissão.

Isto não corresponde à verdade. Nunca me foi pedida, nem eu levei a cabo, qualquer diligência para facilitar o acesso do Engº José Sócrates ao Instituto de Estudos Políticos, nem nunca chegou ao meu conhecimento que tenha havido qualquer dificuldade na respetiva admissão naquela escola.

No que me toca, e sobre este assunto, os factos são muito simples e não admito que sejam contestados.

Em inícios de Julho, o antigo Primeiro-Ministro contactou o embaixador de Portugal, porque gostaria de obter uma informação sobre os cursos existentes em Paris, numa determinada área académica que estava a pensar frequentar. Como na altura veio publicado na imprensa portuguesa, foi-lhe proporcionado um contacto com dois professores universitários, que melhor o poderiam elucidar sobre o assunto. A intervenção do embaixador de Portugal neste processo começou e acabou ali.

Só no final de Agosto, quando regressei a Paris, é que vim a saber que o Engº José Sócrates havia escolhido aquela escola e que nela fora admitido.


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