Sexta-feira, 11 de Janeiro de 2013
por Carlos Faria

Não sei se é por incompetência, defeito de ambos os líderes socialistas ou pelo facto do atual grupo parlamentar do PS ser proveniente maioritariamente da ala socrática, mas a verdade é que com o tempo cada vez mais José Seguro se assemelha a José Sócrates: um estilo inteletualóide e um tom  de arrogância crescente que dá lições ao dizer coisas ocas que demonstram um vazio de ideias e a falta de uma estratégia para o futuro de Portugal que me aterroriza.

Passos tem responsabilidades por ter deixado este PS libertar-se das culpas pelo que estamos a passar, permitindo assim que Seguro diga impunemente que tem uma via diferente com slogans gastos, mas que continuam a soar bem, embora sem terem condições técnicas de serem postos em prática num País sob o jugo da dívida.

O Governo está mesmo obrigado a cortar 4000 milhões de euros, através do número de Funcionários Públicos, no Estado Social, na redução de vencimentos ou outra via por descobrir. Assumo, nenhuma das referidas me agrada, mas uma coisa é certa, Seguro não sabe mesmo onde o Estado pode cortar esse montante e limita-se a dizer: Ali não! por ser popular e por saber que ninguém lhe ousa perguntar: Então... Onde? 


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