Quinta-feira, 24 de Janeiro de 2013
por Pedro Correia

«O problema [em Portugal] são as camadas mais ricas. Impostos sobre o património: são pequenos. Imposto sobre sucessões: acabou em Portugal, ninguém propõe que seja retomado e devia ser. Impostos sobre bens e consumos de luxo: já os viu subir? Sobre aviões particulares, carros de alta cilindrada, motos de alta cilindrada, barcos, uísques caríssimos nas discotecas de sexta e sábado à noite. Daí podia-se ir buscar muito dinheiro. Se se fizesse isso não era preciso cortar nem um milhão de euros na despesa.»

Freitas do Amaral, hoje


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11 comentários:
De Carlos Faria a 24 de Janeiro de 2013 às 21:02
Tão genial como não atribuir nenhum mérito ao governo nos sucessos financeiros desta semana ;-)


De Pedro Correia a 24 de Janeiro de 2013 às 21:07
Mais impostos, mais impostos, mais impostos, mais impostos, mais impostos. Corte na despesa pública? Nem pensar. Nem sequer um milhãozito para amostra... E pensar que já houve um jornalista a chamar a Freitas do Amaral, numa célebre primeira página, "o homem mais à direita em Portugal"!


De Flic Flac a 24 de Janeiro de 2013 às 21:30
Impostos sobre ex-políticos que utilizavam carros oficiais para passeio familiares; Cortar nas reformas milionárias de ex-políticos ou jubilados professores


De Pedro Correia a 24 de Janeiro de 2013 às 23:56
Mais impostos, mais impostos, mais impostos, mais impostos, mais impostos, mais impostos.


De os ricos que paguem a crise a 25 de Janeiro de 2013 às 01:19
É preciso fazer contas,credíveis,sustentadas.Ele fê-las?Que as apresente.Até o actual contabilista se enganou nos cálculos e tinha todo o interesse em que batessem certos.


De Pedro Correia a 25 de Janeiro de 2013 às 19:10
É a olho, mais ou menos, assim-assim. Come si come sá.


De Ajom Moguro a 25 de Janeiro de 2013 às 09:21
Espelho de um reformado de luxo que nos entra na despesa.


De Pedro Correia a 25 de Janeiro de 2013 às 19:12
Extraordinário: quem mais se queixa dos impostos elevadíssimos acaba por fornecer como única receita para arrancar o país do colete-de-forças da dívida e do défice... ainda mais impostos.
Corte na despesa pública? Nem pensar.


De André Miguel a 25 de Janeiro de 2013 às 12:06
Ensandeceu?!
É que o problema é exactamente o oposto.


De Pedro Correia a 25 de Janeiro de 2013 às 19:12
Pois.


De João Almeida a 28 de Janeiro de 2013 às 22:54
Mais um da velha guarda política a sofrer de encefalite cavalgando a caminho de alzheimer!


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