Sexta-feira, 1 de Fevereiro de 2013
por Francisco Castelo Branco
Fico estupefacto com esta atitude por parte dos partidos da esquerda radical. Eu não entendo como é que 40 anos depois do 25 de Abril ainda não se enterrou o passado. Se PCP, BE, PEV são partidos democráticos deviam agir com respeito perante aqueles que ajudaram a construir o regime em que vivemos. Custa-me aceitar que politicos com responsabilidades parlamentar e que têm de se sujeitar ao escrutínio populalar tenham este tipo de comportamento. Ao menos sejam coerentes e abandonem de vez o jogo parlamentar, cingindo a sua acção política às manifestações e greves.
De Caetano a 1 de Fevereiro de 2013 às 18:44
Enterrar o passado? Agora não haverá outro jeito já que Jaime Neves morreu, ficaram crimes de guerra por julgar, algo que infelizmente é demasiado recorrente na nossa justiça e na nossa história. A nossa justiça funciona apenas para pequenos delitos, nisso somos lestos, igualmente somos lestos a atirar para debaixo do tapete pedaços da nossa história que nos envergonham, julgue-se quem tem que ser julgado, peça-se desculpa às vítimas e então sim encerre-se o assunto.
De murphy a 1 de Fevereiro de 2013 às 20:21
E o que já não se aguenta é este Jornalismo Militante que, sistematicamente, persegue tudo o que não seja de esquerda, mas é completamente complacente com a “outra barricada”...
http://jornalismoassim.blogspot.pt/2013/02/momentos-que-definem-republica.html
Não o conheci, mas acho que ele ia ficar muito aborrecido se os comunistas tivessem pesar pela morte dele.
Não terão tido consciência disso mas o que a esquerda radical fez foi uma última homenagem a quem lhe fez frente e levou a melhor.
De zeca marreca a 3 de Fevereiro de 2013 às 02:50
Num estado de direito tinha sido julgado por crimes contra a humanidade, por cá gozou de promoção após reforma (legal?!) e voto de pezar. Temos o país que mercemos. Só espero que vá defenitivamente à falência e que rolem cabeças, como em Paris, nos anos da Revolução!
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