Segunda-feira, 25 de Fevereiro de 2013
por José Meireles Graça

"A grande maioria dos processos são interpostos por grandes escritórios de advogados, a maioria de Lisboa, que questionam a legalidade das acções praticadas pelos trabalhadores da Autoridade Tributária, por falta de competência e autoridade para actos que vão desde uma simples divergência sobre o imposto a pagar até inspecções mais complexas, como grandes crimes económicos e financeiros ou fugas e evasões fiscais."

 

O resto da notícia refere-se ao problema dos trabalhadores, e ao que diz o Sindicato, e como resolver o problema dos trabalhadores e contentar o Sindicato.

 

Por que razão a grande maioria dos processos são interpostos por grandes escritórios; porque estão os tribunais "entupidos"; qual é o tempo máximo, mínimo e médio dos processos até à sentença; qual a percentagem de sucesso dos reclamantes; qual tem sido a evolução do número de processos pendentes; e qual é a evolução previsível, face às últimas fornadas de legislação fiscal: isso não interessa nada.

 

Olha, jornalista das dúzias, assim também eu: detectas um problema, vais falar com o sindicalista de serviço, transcreves o que ele diz, e pumba - cá está a notícia fresquinha. Mas isso dava, quando muito, um parágrafo, e mesmo esse para o jornal da Intersindical. E o resto?


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