Segunda-feira, 17 de Outubro de 2011
por Fernando Moreira de Sá

...que todos entendem:

 

Os cortes nos subsídios foram a forma encontrada para evitar o despedimento de mais de 100 mil funcionários públicos. Mais claro e frontal que isto, não era possível.

 

Semelhante decisão, despedimentos, seria uma catástrofe social.

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6 comentários:
De Carlos Faria a 17 de Outubro de 2011 às 22:50
Passos poderia ter dito isso logo à primeira


De Fernando Moreira de Sá a 17 de Outubro de 2011 às 23:25
É verdade...devia ter sido dito logo.


De André Couto a 17 de Outubro de 2011 às 23:17
Fernando, sem Economia não há Estado Social que aguente. Ponto. As despesas com o Estado Social aumentam exponencialmente ao mesmo ritmo que as Economias decrescem de vigor. Não há dinheiro para continuar este estado de coisas. 88% dos impostos recebidos são para pagar o Estado Social.

Não há gorduras que consertem este problema. Temos duas hipóteses, ou pomos a Economia a crescer ou temos de cortar nas despesas. Ora se não dependemos só de nós para colocar a Economia a crescer o caminho só pode ser cortar onde se gasta. Estado Social.
Temos pena mas não há alternativa.

A Europa esta desindustrializar-se. Não irá começar a produzir desmesuradamente e a crescer como já cresceu. Sendo o Estado Social um produto da Revolução Industrial e da geração de riqueza, parece mais ou menos óbvio que se não se gerar riqueza, não se pode manter um Estado que tudo pague.
Os portugueses sentem-se enganados, e com razão.
Durante uma crise não seria a melhor altura para cortar no Estado ma sem cortar na Despesa Pública não sobreviveremos.

Desde 2000 que este destino era perfeitamente identificável. Ninguém fez a ponta de um corno. Todos foram uma cambada de românticos que não quiseram enfrentar a realidade. O resultado está à vista.
Vão-nos tirar ao prato na altura em que menos temos para comer, mas a culpa não é da mão que nos tira. É daqueles que, quando podiam e deveriam, nada fizeram. Perdemos 10 anos e agora atravessaremos o deserto, queiramos ou não, custe-nos ou não, não há mais nenhum caminho, podem vir comunistas, bloquistas, marxistas, trotskistas, maoistas, pode vir o Papa que a verdade não muda.
É injusto? Sim.
Há alternativa? Lamento, mas não.
Vai doer? Oh se vai!
E resolverá o problema? Não se sabe.
Há que falar verdade aos Portugueses.

Enquanto foi tempo não se fizeram manifestações e indignações. Andámos todos mansos? Agora é tempo de comer o feno porque não há dinheiro para ração.


De Fernando Moreira de Sá a 17 de Outubro de 2011 às 23:24
Eu não diria/escreveria melhor! Clap, clap,clap!!!


De monge silésio a 18 de Outubro de 2011 às 00:12
Meu deus...o que aqui vai.

Um funcionário público só pode ser despedido por ...processo disciplinar.

Ou Por acordo entre as partes.

É da lei.

Ora, mudar a lei, a sua constitucionalidade, ou inventar faltas disciplinares, ou negociações...

Portanto, mentira.
Mas em Portugal, come-se tudo...porque nao estudam.

... ... ... ... ...e que tal renogociar, paciência, ...os franceses, espanhois, alemães borravam-se pois um default tuga nao é igual ao grego...é pior porque denotaria incumprimento sistémico...

... ... ... ... ...e que tal acabar com institutos públicos? Pois muito jotinha desempregado...era ver js e jsd à toa... ... e que tal fechar hospitais... ... escolas; e que tal suspender o rsi...?...uma vergonha do guterres.

... ... ... e que tal acabar com todas as isenções fiscais no imi?

... ... ... e que tal aumentar cinco horas por semana nos serviços públicos?

... ... ... e que tal cortar em todas as reformas acima de 5 000 eur?

...e que tal cortar no subsidio de natal 50% em 2012?

... ...enfim.

Portanto PPC tinha razão no seu medo. Lacan explica melhor...

Enfim.


De inês tavares a 18 de Outubro de 2011 às 21:09
2 ordenados dos FP não pagam os 12 a 100.000. É só fazer as contas... O Pedrinho tem de me dizer onde fez a primária, ele e já agora o Vitinho também.
A explicação, para não tótos, tem de ser outra e eu gostava que os n/ dois amigos no-la dissessem. è que eu sou burra -ando a trabalhar-, mas não exagerem :)



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