Terça-feira, 2 de Abril de 2013
por jfd

Sócrates não arrastou consigo apenas uma tempestade política com este seu retorno a Portugal. Trouxe também as condições meteorológicas ideiais para provar o seu ponto de aposta nas renováveis. Eu acho muito bem. Até já exportamos energia!

Bendito seja!

 

(...)

O que não é normal, segundo as mesmas fontes, é estarmos já no sexto dia consecutivo (27 de março a 1 de abril) com o sistema eletroprodutor quase 100% assente em fontes de energia renováveis, com destaque para as eólicas e para as barragens.

Outra nota de destaque vai para o facto de em todos esses dias Portugal ter produzido mais do que necessitava para consumo interno, o que acabou por resultar num incremento das exportações de eletricidade.



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7 comentários:
De Cobarde a 2 de Abril de 2013 às 18:29
gostei do blog


De jfd a 2 de Abril de 2013 às 21:28
Do post?
Sarcasmo estava on reparou?
;)


De jfd a 2 de Abril de 2013 às 21:30
Isto que aqui vos deixo tem muito interesse. Mas quando analisamos custo / benefícios e ainda por cima, de que lado estão os custos, a estória já não é tão interessante...
Só se for de case studie onde não deve o estado enterrar milhões mas sim estimular os privados e regular com punho de ferro.
Mas isto sou eu....


De fado alexandrino a 2 de Abril de 2013 às 23:32
Isto sou eu que devo estar velho, mas aquele mapa tão detalhado da REN não deveria ser confidencial?


De jfd a 3 de Abril de 2013 às 00:19
Bem... não!
É info de domínio publico...


De Ajom Moguro a 3 de Abril de 2013 às 11:00
Prisão ou Televisão?
Eu gostava de ver avaliada e comentada a resultante entre dois factores irrecusáveis. O seu direito de falar que não teria que passar necessariamente por estabelecer residência num canal público, com as responsabilidades que lhe devem ser assacadas por actos e omissões que permanecem em nevoeiro de conveniências . Comentadores acagaçados de todas as espécies fazem-lhe a vénia sobre a primeira componente que o homem mete mesmo medo, e sobre a segunda remetem-se ao costumeiro respeitinho que nunca se metem com cão que morde. Para tudo pesar falta-nos balança calibrada sem a fraude de chumbo no prato que convém, pelo que nunca ficaremos a saber se a justiça de uma sentença integra deveria dar prisão ou televisão. Chegou-se ao ponto de considerar patetas os subscritores de uma petição contra a presença do dito personagem no canal que todos pagamos. Então o desgraçado cidadão comum a quem raramente é dada voz, mal abre a boca é logo enxovalhado, como se o direito de debitar palpites a granel só pudesse ser exercido pelos notáveis do costume? “Passamos a vida com folhetins”, sendo que muitos desses promotores são os próprios jornalistas que os alimentam. Apetece-me deixar um recado para o tal “Eixo”, para ver se um dia destes nos brindam com o tema lei eleitoral. Pateta seja eu, que assinei a dita petição, mudei de canal na hora do dito cujo, e pago todos os meses a respectiva taxa. É de burro!
Eu cidadão comum, apenas gostaria de acrescentar em modo interrogativo o seguinte:
Se a Sic estaria disposta a convidar tal figura de indignado, para mais um exercício do direito à palavra em entrevista sobre negócios com José Gomes Ferreira, e se o corajoso Sócrates aproveitaria de bom grado tal ocasião para reforço da sua defesa. A ter efeito uma sugestão destas, atrever-me-ia a lançar mais duas ou três oportunidades bem medidas. Eu faço-lhe a Carreira.
Neste escandaloso caso não colhe a generalização de que todos tem o direito á palavra , como se este personagem alguma tivesse sido impedido de a exercer com todas as portas abertas a todo o tempo á sua disposição. Parece mesmo patético utilizar tal argumento em favor de quem foi sempre um censor assanhado contra tudo e todos que não ajoelhavam perante a sua reza. Voltaire seguramente que se bateu pelos que não tinham voz, e não tanto por aqueles que a tendo, sempre perseguem a ideia de querer ignorar, desvalorizar, e mesmo silenciar os outros. Ou quando a lama vê todo o charco brilhar. Eu lembro-me de alguns episódios que agora parecem esquecidos!


De jfd a 3 de Abril de 2013 às 22:54
E disse!


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