Quarta-feira, 19 de Outubro de 2011
por Pedro Correia

«Se não for o dinheiro que a troika nos dá, daqui a 15 dias não temos dinheiro para pagar aos funcionários.»

Silva Lopes, há poucos minutos, na SIC Notícias


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8 comentários:
De Carlos Faria a 19 de Outubro de 2011 às 23:41
Nem mesmo as suas pensões que Aníbal Cavaco Silva não dispensa?


De Pedro Correia a 20 de Outubro de 2011 às 07:07
Nem mesmo, Carlos.


De Desconhecido Alfacinha a 20 de Outubro de 2011 às 11:38
Carissimo, bom dia.

Chegou o mail ? for para o @hotmail.pt.... (Vi no perfil do sapo)

Melhores cumprimentos


De Pedro Correia a 20 de Outubro de 2011 às 14:00
Chegou e agradeço-lhe, meu caro. Respondo-lhe hoje sem falta.
Um forte abraço.


De João Teago Figueiredo a 20 de Outubro de 2011 às 10:00
pedro, ele também disse que é irracional optar por subir o iva na restauração e não em bens de incorporação de importações elevadas.

um abraço,
jtf


De Pedro Correia a 20 de Outubro de 2011 às 14:02
Sim, João. Mas esta foi a frase, vinda de um economista insuspeito de simpatia pelo actual Governo, que me pareceu mais forte desta entrevista, bem conduzida pelo José Gomes Ferreira. De facto, sem ajuda externa vamos à falência em poucos dias. Não temos dinheiro para pagar salários, pensões e prestações sociais. É preciso que as pessoas se convençam definitivamente disso.


De João Teago Figueiredo a 20 de Outubro de 2011 às 14:13
pois, pedro. sei que sim. mas isso acontece sempre que o estado contrai dívida, que é uma coisa secular. os graus de dependência é que vão variando. sem dívida pública, desde 74 até aqui, sempre estivemos em risco de não pagar uma série de coisas. é que, por vezes, parece que antes de 2008 o estado vivia só com os impostos arrecadados. os estados já não vivem «a pronto» há umas décadas.

quanto à parte do Gomes Ferreira, diria que foi bem conduzida menos naqueles momentos em que o rigor económico falha. mas há pior.

um abraço,
jtf


De Pedro Correia a 20 de Outubro de 2011 às 18:35
Sim, João, os estados já não vivem 'a pronto'. Mas convém não brincar às insolvências. Se quisermos, de algum modo, continuar a ser donos do nosso destino.
Abraço.


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