Segunda-feira, 21 de Novembro de 2011
por Ricardo Vicente

António Costa é um socialista puro: as notícias sobre o seu mandato na presidência da Câmara Municipal de Lisboa são sempre e só acerca de novos impostos, taxas, multas, ruas fechadas, proibições e gastos injustificados. Agora isto: uma "taxa" sobre a venda de combustível e outros disparates. A ilegalidade da coisa é criticada por Luís Menezes Leitão aqui; da estupidez económica de tal ideia e do consequente ataque à liberdade de escolha das pessoas eu já nem vou gastar o meu tempo a escrever.

 

Sacar o máximo possível do dinheiro dos outros, proibir, fechar, dificultar a vida a toda a gente, desrespeitar a liberdade das pessoas e prodigalizar sem limites: é isto o que foi e continua a ser o socialismo português.


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3 comentários:
De berto a 21 de Novembro de 2011 às 11:43
Sem lhe tirar razão, este texto também é um resumo do que o actual governo está a por em práctica. E não me consta que seja "socialista".


De Tiro ao Alvo a 21 de Novembro de 2011 às 12:13
Mas o Costa também sugeriu que uma percentagem das taxas, cobradas sob a forma de portagens, servisse para diminuir o deficit dos transportes públicos.
A mim, também não me parece boa, a ideia da taxa (?) sobre o combustível, mas já acho bem que parte do valor das portagens sirva para financiar os transportes públicos.
O que acho muito mal é que as auto-estradas que atravessam Lisboa, sejam todas SCUT - sem custos para o utilizador. É mais do que injusto que uma auto-estrada no interior, fácil de construir e com custos baixos - os terrenos são baratos - tenha portagem, enquanto o troço de auto-estrada mais caro do País - que fica na CREL ou na CRIL, não sei bem, mas sei que talvez nunca por lá vá passar, apesar de a estar a pagar... - seja utilizado de borla, ao que dizem por cerca de 100.000 viaturas por dia. Se esse troço fosse taxado a 1 € por cada passagem, arranjar-se-ia dinheiro bastante para a sua manutenção e para a manutenção de muitas outras auto-estradas, e ainda sobraria algum para financiar os transportes públicos - Metro, Carris e CP. E os transportes públicos passariam a ter mais procura, o que também seria bom.
Mas disto não gostam os lisboetas de ouvir falar...


De k. a 21 de Novembro de 2011 às 12:26
A entrada em lisboa devia ser paga. Ponto.

Actualmente já é paga, mas apenas por quem vive na margem sul, e a receita nem vem para a Câmara.

(ah e eu vivo em Lisboa, e saio de LX para trabalhar)




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