Terça-feira, 3 de Abril de 2012
por Sérgio Azevedo

António José Seguro está-se a marimbar para a demissão de Pedro Nuno Santos.


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por Sérgio Azevedo

Na terceira avaliação do programa de ajustamento a Portugal pode ler-se nas conclusões: "Overall, the programme is on track. The fiscal adjustment in 2011-2012 is remarkable by any standards. The necessary deleveraging of the financial sector is progressing in an orderly manner. Reforms in labour and product markets aimed at raising competitiveness, growth and job creation are advancing and framework conditions for doing business are being improved."

 

E então Tozé? Como vai ser?


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Segunda-feira, 2 de Abril de 2012
por Judite França

Num dia em que o Eurostat revela que a taxa de desemprego atingiu os 15% em Portugal durante o mês de fevereiro, um novo máximo histórico que nos coloca no pódio dos campeões do desemprego - só Espanha e Grécia conseguem ultrapassar a marca -, os noticiários da rádio, os fóruns dos canais televisivos, optam por priorizar a guerrilha partidária no PS, com Seguro e Costa de mão no coldre, declarações disto e daquilo, e Rebelo de Sousa a incendiar os ânimos. E nem um obrigado do Governo? Passos não podia ligar para o Largo do Rato e, tal qual prenda de aniversário, dizer algo do género: «Obrigado, pá, era mesmo isto que eu queria».


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Sexta-feira, 30 de Março de 2012
por Francisco Castelo Branco

No seguimento deste post, acho que o PS está a passar por um mau bocado, e ainda nem sequer foi festejado o primeiro ano de António José Seguro na liderança do Partido Socialista. O termo festejo é desadequado ao momento que o lider dos socialistas está a passar. Um pouco à semelhança do que anteriores lideres do  PSD tiveram que combater quando estiveram muitos anos na oposição.

O problema é que a sombra do ex-lider Sócrates continua a pairar no ar. As declarações de Isabel Moreira são uma prova disto. Se é de ter em conta o que foi proferido, o estatuto politico da deputada é suficiente para reflectir. Não foi por acaso que este ataque foi feito por uma independente. Há que resguardar aqueles que são publicamente conhecidos como "socráticos" ou mesmo "costas". Porque esses, caso abram a boca irão logo ser rotulados como desestabilizadores e oportunistas.

O timing para as mudanças será 2013, porque a mais que provável vitória socialista nas autárquicas, dará ao lider uma importante bagagem para as legislativas.


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Terça-feira, 27 de Março de 2012
por Sérgio Azevedo

Seguro quer directas na escolha de deputados e autarcas. Onde é que eu já ouvi isto?


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Quinta-feira, 15 de Março de 2012
por Pedro Correia

«A menos que António José Seguro se suicide, o calendário tapou as hipóteses de António Costa desde que decidiu não o afrontar no último congresso. A última sondagem colocava-o entre os putativos candidatos PS. Há destinos piores.» Ana Sá Lopes, no i.


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Segunda-feira, 12 de Março de 2012
por Mr. Brown

Governo está a transferir custos elevadíssimos para a população. Alguém importa-se de explicar a António José Seguro que os custos são sempre suportados pela população, ou não saberá Seguro de onde vem o dinheiro do Estado?


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Quarta-feira, 29 de Fevereiro de 2012
por Rodrigo Saraiva

“O portugueses pagaram e pagam caro e com muitos sacrifícios os experimentalismos políticos e a navegação à vista.”

Tozé Seguro, a reconhecer os males das governações socráticas e a enviar recados para dentro do PS, na apresentação de um lipp.

 


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Terça-feira, 7 de Fevereiro de 2012
por jfd

O fim-de-semana deu-nos um Tó Zé pouco seguro do acordo assinado pelo anterior Governo; distanciou-se como um socialista foge da renúncia aos subsídios estatais. Mas tão somente para depois se saber que o iria honrar. Eu, pouco dado a relembrar passados tristonhos, cinzentos e de má memória, não vou de todo recordar o que dizia Tó Zé durante a discussão do tal acordo, nem que oposição fez ao seu antecessor nem sequer lembrar quem nele votou em massa desta volta. Ups...

Tão dados que eles andam em ler o Wall Street Journal e o FT nas suas mil e uma análises ao caso português, será que hoje tomaram nota do The Guardian e a sua análise à falta de identidade da esquerda portuguesa?

 

António José Seguro, the current PS leader, can't be a strong voice as opposition since PS subscribed to the troika's demands.

 


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Terça-feira, 31 de Janeiro de 2012
por Mr. Brown

Conclusões da Cimeira mostram «quão errada é a política deste Governo». Certamente, especialmente se pensarmos na aprovação do pacto orçamental que foi apresentado pelo Financial Times como uma vitória de Merkel. Construir uma narrativa em torno das decisões europeias tentando demonstrar que estas tiram razão à política do actual Governo é, à boa maneira do Daily Show, o nosso «Moment of Zen» do dia.

 

Nota: Resgate.


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Terça-feira, 8 de Novembro de 2011
por jfd

Seguro acabou de falar ao país através da TVI.

 


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Sexta-feira, 4 de Novembro de 2011
por Pedro Correia

 

Viragem de página no PS: terminou esta noite o que restava do ciclo político de José Sócrates à frente do maior partido da esquerda portuguesa. Na reunião da Comissão Política do partido, concluída há pouco, vingou por larga maioria a tese do secretário-geral, António José Seguro: os socialistas optam pela abstenção no Orçamento do Estado para 2012. Demarcando-se assim do cenário de polarização política existente na Grécia e dos incendiários internos, que lhe vinham exigindo o voto contra.

É o terceiro -- e definitivo -- desaire político de Sócrates em poucos meses. Perdeu as legislativas para o PSD, perdeu a liderança do partido e acaba de ver os seus homens de confiança derrotados numa votação crucial, com claras repercussões na linha estratégica do PS para o próximo ano. Seguro mostrou-se à altura das circunstâncias. Pelos motivos que antecipei aqui há duas semanas.  Interessa-lhe, por um lado, credibilizar a sua imagem associando-a à ideia de estabilidade -- não só na frente interna mas sobretudo aos olhos dos nossos interlocutores internacionais nesta fase em que os holofotes de todas as instituições financeiras estão centrados em Portugal. Interessa-lhe, por outro lado, estabelecer fronteiras à esquerda com o BE e o PCP: o estilo de oposição do PS, como partido dotado de vocação governativa, não pode confundir-se com as manobras tácticas de bloquistas e comunistas, que disputam entre si o campeonato da esquerda radical.

O PS só tem a beneficiar com isso. E o País também.


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Quinta-feira, 20 de Outubro de 2011
por Pedro Correia

 

António José Seguro está a ser fortemente pressionado para votar contra o Orçamento do Estado para 2012. Mas o líder do PS sabe bem que a política se alimenta de símbolos fortes e de inevitáveis demarcações territoriais. Interessa-lhe, por um lado, credibilizar a sua imagem associando-a à ideia de estabilidade - não só na frente interna mas sobretudo aos olhos dos nossos interlocutores internacionais nesta fase em que os holofotes de todas as instituições financeiras estão centrados em Portugal. Interessa-lhe, por outro lado, estabelecer fronteiras à esquerda com o BE e o PCP: o estilo de oposição do PS, como partido dotado de vocação governativa, não pode confundir-se com as manobras tácticas de bloquistas e comunistas, que disputam entre si o campeonato da esquerda radical.

É em função disto que Seguro decidirá a opção de voto da sua bancada parlamentar. Sabendo que a conquista do poder não acontecerá depois de amanhã mas agindo em todas as circunstâncias como se estivesse preparado a qualquer hora para isso.


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Quarta-feira, 12 de Outubro de 2011
por Pedro Correia

António José Seguro emite um notável sinal de responsabilidade política ao pré-anunciar que o PS não votará contra o Orçamento do Estado para 2012. E estaria ainda melhor se tivesse evitado a ideia de que esta posição lhe foi de algum modo ditada por Teixeira dos Santos.


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Domingo, 9 de Outubro de 2011
por Pedro Correia

 

António José Seguro cometeu um clamoroso erro estratégico: participou, com grande protagonismo mediático, na campanha eleitoral da Madeira. Fica, portanto, directamente ligado ao catastrófico resultado obtido pelo seu partido nas urnas: apenas 11,5%. O pior resultado de sempre do PS na região autónoma.

É a vida, como diria um conhecido político português - por acaso também filiado no Partido Socialista.


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Domingo, 11 de Setembro de 2011
por CAA

Seguro fez um bom discurso. Entusiasmou, falou em renovação, códigos de ética, transparência e combate à corrupção. Mas estava rodeado de muito do pior dos últimos seis anos. E esqueceu-se de o admitir. Não pediu desculpas - não por si mas pelo muito mal que o seu partido fez aos portugueses. Seguro não o fez porque não pode. Queira ou não, aquele ainda é o partido de Sócrates. Para já, apenas lhe foi emprestado...


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Sexta-feira, 9 de Setembro de 2011
por Pedro Correia
 

O PS vai sair deste congresso de Braga com o mesmo dilema estratégico que tinha no início: ao contrário do PSD, permanece sem um parceiro natural de coligação.

Não é uma questão de somenos. Desfeitos os sonhos antigos da "unidade de esquerda", as possibilidades de cooperação entre o partido liderado por António José Seguro e as restantes forças políticas que se reclamam do socialismo são hoje tão remotas como eram nas legislaturas em que António Guterres e José Sócrates governaram sem maioria absoluta ou nos anos - mais remotos - em que Mário Soares se viu forçado a coligar-se, à vez, com o PSD e o CDS.

Fustigado simultaneamente à esquerda e à direita, sem efectivas pontes de entendimento com bloquistas e comunistas, o PS continua condenado à solidão política. Não se trata de um problema conjuntural: é uma questão de fundo para as diversas correntes da esquerda portuguesa.

É certo que Seguro tem a seu favor o factor tempo: não está pressionado por nenhum calendário eleitoral. O secretário-geral dos socialistas deixou, aliás, isso bem patente no longo discurso desta noite aos congressistas: "Faltam 48 meses" para as próximas legislativas e "esta é uma corrida de fundo e não um somatório de corridas de 100 metros", sublinhou, procurando refrear alguns entusiasmos condenados a esgotar-se no curto prazo.

Quarenta e oito meses, 1461 dias: resta saber se é tempo suficiente para que as diversas esquerdas ponham o diálogo à frente das divergências, aparentemente insanáveis. Todos os indícios sugerem que não.


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