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Forte Apache

Porventura excessivo

José Meireles Graça, 22.07.13

Boa tarde Sra. Dra. xxxxx xxxxx.

 

Antes de mais, os nossos penhorados agradecimentos pela resposta, tanto mais devidos e penhorados quanto o tempo decorrido (mais de 6 meses) nos levou a pensar que esse serviço teria sido, no âmbito das reformas do Estado, extinto, ou teria havido óbitos ou outros imponderáveis  que impedissem uma resposta tempestiva. Não foi, pelos vistos, assim, e pelo facto damos graças a Deus, no caso de todos se encontrarem de perfeita saúde, e à tróica, visto que a ANACOM ainda existe, para conforto dos clientes das operadoras de telecomunicações.

 

O incidente com a Vodafone foi já há algum tempo resolvido. Pedimos licença para narrar com indisfarçável satisfação o sucedido: Deu-se a feliz circunstância de, pouco antes de expirar o período de fidelização, a Vodafone nos ter abordado para efeitos de renovação de contrato. Significámos ao representante daquela prestigiada empresa a nossa relutância em renovar contratos com uma quadrilha de ladrões, ponto de vista porventura retórico e excessivo, mas que a Vodafone aceitou com equanimidade, visto que prontamente anulou os débitos que abusivamente vinha fazendo, tendo-nos creditado os que já havia feito e que foram objecto da nossa reclamação junto de VV. Exªs.

 

Tudo está bem quando acaba em bem. Não fora esse o caso e teríamos ainda que enviar cópias de documentação, conforme o que o e-mail de V. Exª agora nos diz. E essa obrigação causar-nos-ia algum embaraço, não porque a documentação não exista, mas por nos parecer que uma entidade de supervisão não tem que duvidar do que o consumidor lhe diz, o supervisionado é que tem que fazer prova de que o cliente está no torto, se estiver.

 

Mas, enfim, isto é mais uma peguilhice da nossa parte, reconhecemos. Onde iríamos parar se o Estado acreditasse, sem provas, no que dizem os cidadãos?

 

Renovando os nossos agradecimentos, aproveitamos para apresentar os nossos mais

 

Cordiais cumprimentos.

Custos de contexto II

José Meireles Graça, 13.03.13

11 de Março de 2013

 

Exmos. Senhores:

 

Sobre o n/ e-mail abaixo, de 9 de Janeiro último, quer-nos parecer que já terá decorrido tempo mais do que suficiente para uma informação, a menos que VV. Exªs entendam que não têm obrigação de responder a uma empresa que apresenta uma queixa relativa a um operador que está sob a V/ supervisão.

 

Se for esse o caso, agradecemos no-lo digam, quer para que deixemos de vos maçar quer para ficarmos habilitados a protestar junto de quem de direito por sermos tratados com arrogância e descaso por uma concessionária de serviço público, ao mesmo tempo que o serviço de supervisão, que pagamos com os nossos impostos, age de modo similar.

 

Com, de cumprimentos,

 

Quanto baste.