Quinta-feira, 5 de Abril de 2012
por jfd

Já aqui falei do algodão, das exigências de uma deputada e do retorno de um serviço público no que toca a investimento versus audiências e quiçá interesse.

Virá agora alguém exigir que o Governo se desloque ao Parlamento para explicar os ordinários vencimentos no serviço público? E a RDP quem investiga? Quantas pessoas são necessárias para fazer uma emissão? Um jingle? Como são utilizados os meios? Como são racionados? Onde está a poupança?

Porque paga a minha varinha mágica, a minha torradeira ou até o meu carregador de telemóvel para esta gente?

Com tanta guerra com a GFK e uma clara aversão a uma adaptação aos tempos que correm em que cada um de nós pode fazer a sua programação, que sentido faz haver um mercado de serviço público comparado com o privado? Para quê? Quem serve?

Onde estão aqueles que usam das cordas vocais aquando da passagem das caravanas?

 


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