Sábado, 12 de Janeiro de 2013
por jfd


 

O líder do Partido Socialista, António José Seguro, prevê visitar a China em 2013, a convite do Partido Comunista Chinês (PCC), confirmando as “relações amigas” entre as duas organizações, revelou esta sexta-feira a presidente do PS, Maria de Belém Roseira. (...)

 

* o post poder-se-ia ter intitulado também de "Notícias sem interesse".

 


tiro de jfd
tiro único | comentar | ver comentários (5) | gosto pois!

Segunda-feira, 30 de Julho de 2012
por Francisco Castelo Branco

Neste dois dias de Jogos Olímpicos, estamos a assistir a um crescimento por parte dos atletas chineses. As quatro medalhas de ouro conquistadas na Natação são um sinal claro da sua evolução. Após muitos anos a lutar isoladamente pelo primeiro lugar, os Estados Unidos têm agora um rival à altura. Tendo conseguido vencer os americanos em Pequim 2008 nas medalhas de ouro conquistadas, os chineses querem tornar-se numa potência a nível desportivo. Com esta luta a dois, os Jogos ganham outro interesse. No entanto, as expectativas chinesas podem sair frustradas quando começarem as provas de atletismo. Veremos o que acontece, mas neste momento a China leva uma boa vantagem nas medalhas de ouro.


tiro de Francisco Castelo Branco
tiro único | comentar | gosto pois!

Terça-feira, 12 de Junho de 2012
por Sérgio Azevedo

O jornal i traz-nos a noticia de que a EDP cobrou cerca de 3 milhões de euros a mais aos seus clientes devido a um erro de leitura nos contadores. Este sim, é chamado o verdadeiro "negócio da China".


tiro de Sérgio Azevedo
tiro único | comentar | ver comentários (2) | gosto pois!

Sexta-feira, 20 de Abril de 2012
por jfd

O Brasil, depois de se reunir com os BRICA, informou que vai continuar com políticas de desvalorização da sua moeda. Ignorou de alto as declarações da alta representante do FMI.

É uma nova ordem mundial. E a história apenas vai no prefácio!

sinto-me:

tiro de jfd
tiro único | comentar | ver comentários (1) | gosto pois!

Sexta-feira, 23 de Dezembro de 2011
por Pedro Correia

Um ex-maoísta, que não cessa de confirmar as suas raízes ideológicas mais profundas enquanto aparenta renegá-las, insurge-se contra a venda de 21,35% da EDP a uma empresa de capitais públicos de Pequim. Aprendamos com a milenar sabedoria chinesa: "Nunca é tão fácil alguém perder-se como quando julga conhecer o caminho."


tiro de Pedro Correia
tiro único | comentar | ver comentários (6) | gosto pois!

Quarta-feira, 9 de Novembro de 2011
por Luís Naves

Um responsável chinês, Jin Liqun, deu esta espantosa entrevista à Al Jazeera e julgo que está aqui um vislumbre do nosso mundo. Jin não é uma pessoa qualquer, mas chefia a companhia que gere os investimentos internacionais da China. Não representa o governo, mas será um dos membros mais poderosos da hierarquia comunista do país. 

Leia-se este interessante editorial sobre o mesmo tema.

Para os leitores que não tenham a paciência para ver todo o vídeo de 25 minutos, recomendo que ouçam a passagem a partir de 12.55 minutos, onde Jin se refere à rede social europeia como incentivadora da "preguiça", criticando as leis laborais na UE. Mas há outras frases interessantes. Questionado sobre que parte do Estado Providência tentará a China evitar, este responsável fala de "tudo o que possa desincentivar o trabalho". No final da entrevista, Jin reconhece que a "inovação ainda está nos países desenvolvidos" e admite que a China precisa de "maior aproximação" entre ricos e pobres, mas a certo ponto o entrevistador surpreende-se e diz ao entrevistado que ele parece um "capitalista extremo dos Estados Unidos". O responsável chinês fica um pouco embaraçado com o comentário.

 

O pretexto da entrevista é o plano europeu de resgate, que inclui a possibilidade de países emergentes com disponibilidades de capital investirem no Fundo Europeu de Estabilização Financeira. A resposta chinesa é prudente e parece apontar para a positiva. Jin Liqun diz que a China está interessada num euro forte, numa moeda de reserva internacional em paralelo com o dólar, mas também afirma que o facto de haver 17 parlamentos na zona euro não pode ser "desculpa para a inacção", fazendo em simultâneo a crítica ao modelo social europeu, que considera "injusto". Na sua opinião, os europeus trabalham pouco e muitos reformam-se aos 55 anos, passando o tempo na praia. E há contradições: por um lado, a referência ao facto da sua agência de investimento não querer saber de política, mas mais à frente a sugestão de que os europeus têm de mudar de vida.

 

De súbito, a Europa parece encontrar-se no lado errado da globalização, com os próprios comunistas chineses a defenderem o desmantelamento da rede social construída nos últimos 50 anos e que foi o orgulho de mais do que uma geração. Os chineses, naturalmente, não têm apoio na velhice e, aliás, vem aí a bomba-relógio do envelhecimento muito súbito da população, que vai ocorrer em apenas 20 anos, fruto de terem andado a fazer experiências demográficas radicais, com consequências que exigiriam muito mais tempo de adaptação.

A China é ainda um país onde há 600 milhões de camponeses pobres e 100 milhões de analfabetos. Trabalham muito, mas sem sindicatos nem direitos sociais, com horários de escravidão e condições de trabalho penosas. A economia cresce depressa, devido a investimento público maciço e à abertura dos mercados externos a produtos chineses em grande parte fabricados por empresas europeias. E é interessante verificar que abundam as histórias de roubo de patentes ou contrafacção de produtos. Os comunistas chineses, que não permitem qualquer tipo de abertura política, usam a seu favor o comércio internacional, beneficiando da competitividade inevitável da sua produção, a qual resulta das condições laborais degradantes a que o povo chinês é submetido.

A Europa, por seu lado, abdicou da indústria de trabalho intensivo e apostou em serviços ou naquelas indústrias que podem ser robotizadas. Em consequência disto, tem elevadas taxas de desemprego e, como aumentam os custos da manutenção da extensa rede social, a única forma de se manter competitiva é através da inovação, o próximo alvo dos chineses.

 

É isto o triunfo do comunismo ou do extremo liberalismo capitalista? Não me parece. Prefiro a explicação de Jin Liqun, quando fala da tendência de transferência de poder do Ocidente para o Oriente.

A China pensa em termos históricos e no seu próprio interesse nacional. Não esqueceu as humilhações europeias, mas precisa de uma Europa próspera, ou não haverá compradores para os seus produtos. Só exige uma pequena enormidade em troca: esqueçam o vosso estilo de vida, sejam mais chineses.  

 


tiro de Luís Naves
tiro único | comentar | ver comentários (4) | gosto pois!


Regimento
outras cavalarias
tiros recentes
tiros mais comentados
cofre
tags
Arregimentados
Subscrever feeds