Terça-feira, 19 de Junho de 2012
por jfd

Lê-se assim no Expresso, edição on-line, hoje pela tardinha. Sim cara Catarina. O Expresso, sempre ele. Nutro porventura, da mesma simpatia que terás pela linha editorial, que considero paradoxalmente fora e, ao mesmo tempo, dentro do armário. Por vezes a veia de oráculo chega a ser por demais surreal.

Desta vez diz-se haver um relatório de técnicos da ERC. Desmentido por esta. Mas aquele terá ainda de ser votado naquela. Claro está que é facto jornalístico realçar que o Ministro tem na ERC uma amiga. Facto do mais relevante que existe. Enfim. Mas o que espera o jornalista do Expresso? Que a ERC vote contra um alegado documento contendo factos que a própria encomendou? Documento esse que vai de encontro aquilo que o Expresso fez questão de fazer rodar e rodar nas suas páginas? Até gente anónima de esquerda estranhou tanta afinidade com o assunto!

Quero acreditar que a ERC não é o Público, e que na ERC não se passará aquilo que naquele diário passou cá fora e indignou muito boa gente.

 


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Quinta-feira, 24 de Maio de 2012
por Rodrigo Saraiva

esclarecidos?


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Sábado, 7 de Abril de 2012
por José Meireles Graça

"A questão foi discutida com os operadores, que deram o seu aval: "Houve consenso quanto ao método e aos objectivos", contou ao PÚBLICO o presidente da ERC, Carlos Magno. Em meados do mês passado, as novas regras foram apresentadas aos grupos parlamentares que devem responder nos próximos dias."

 

Olha que bom: está tudo de acordo, público e privado. Temos então que a televisão que não devia ser pública, e a privada que não quer que a pública seja privada, por não desejar concorrência, não divergem - que surpresa.

 

Que bem os entendo: vamos aqui concorrer no quentinho, somos tão pluralistas que até vamos ter certificado de garantia, e não pagamos o certificado, nem o organismo que o emite, nem os prejuízos da televisão pública.


Quem paga tudo isso é o patego do costume. Mas, em troca, vê os pluralistas de sempre, a dizer as coisas de sempre, aqui adormeço de pasmaceira, além de tédio, e ninguém vai à falência que isso é uma grande contrariedade.


Vamos nós, que estamos cada vez mais liberais com a condição de ser a fingir.


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