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Forte Apache

As boas notícias:

Fernando Moreira de Sá, 03.05.13

A convergência entre o regime laboral dos trabalhadores do sector público e do sector privado;

 

A redução das despesas dos ministérios em 10% ;

 

A alteração da idade mínima de reforma para militares, polícias e pessoas na mesma situação para os 58 anos (aguardo a convergência);

 

O princípio da igualdade entre trabalhadores do sector público e do sector privado em termos de segurança social;

 

A abertura para um debate alargado com os parceiros sociais e os partidos políticos.

 

Do futuro

jfd, 12.03.13

Esta é a foto do dia em que Pedro Passos Coelho terminou a sua campanha eleitoral. Dias depois foi eleito Primeiro-Ministro. Um PM que herdou um pesado passado que muitos teimam em reconhecer - culpando o presente. 

Eu acredito que pela vontade do povo, levará o seu programa avante. O caminho não é de rosas, é sim penoso. Mas a recompensa será daqueles que se nos seguirão.

A questão é simples: Vamos pensar no amanhã como todos os que tivemos até agora, ou vamos lançar as fundações de um futuro diferente e brilhante?

Eu não deixo de acreditar. Chamem-me louco. Mas eu acredito. Se acreditas também, vem aqui e diz de tua justiça. São todos bem vindos!

 

A intervenção do Presidente da República

Miguel Félix António, 26.11.12

Às vezes é adequado lembrar o óbvio. Quando pululam os comentários e as intervenções sobre a necessidade de o Presidente da República intervir mais na política nacional, designadamente, nomeando um governo da sua responsabilidade, é importante evocar o passado recente.  

 

Recorde-se o que aconteceu a Alfredo Nobre da Costa em 1978: nomeado Primeiro Ministro em 28 de Agosto, logo cessou funções em 20 de Novembro porque a Assembleia da República não aprovou o respectivo programa de Governo.

 

Qualquer "governo de iniciativa presidencial" só terá possibilidades de ver o seu programa aprovado no Parlamento e, portanto, de governar, se houver uma maioria de deputados dos partidos que nele têm representação que o votem favoravelmente.

 

Será que uma maioria dos deputados que constituem hoje o Parlamento estaria disponível para aprovar um programa de Governo, cujo chefe não fosse o líder do partido que mais votos obteve nas últimas eleições legislativas?  

É difícil mudar algo neste país

Alexandre Poço, 09.09.12

‎"O governo está espremido entre duas forças, os credores que não emprestam mais enquanto não tivermos juízo e esta gente – professores, médicos, etc. –, que quer proteger ao máximo os seus interesses, esteve a comer acima das suas posses durante 15 ou 20 anos, à custa da dívida externa. Em 2008 e 2009 o desemprego estava a subir e ninguém falava nisso, os reformados continuavam a receber o seu, os funcionários públicos até foram aumentados porque era ano de eleições…O ano de 2009 é extraordinário, a economia caiu 2,5% e os salários subiram 5% em termos reais, portanto é um ano de malucos. O mundo estava a desabar e nós estávamos a cantar porque havia três eleições."


João César das Neves