Sexta-feira, 12 de Outubro de 2012
por Rui C Pinto

Se há sector de actividade onde a globalização é uma realidade evidente é o da produção científica. Os projectos de investigação são de tal forma integrados numa rede global que é comum encontrar-se nas Universidades ou Departamentos de R&D de empresas equipas multidisciplinares com investigadores de todos os cantos do mundo. Neste contexto de forte mobilidade de pessoas e de partilha de informação é natural que o progresso alcançado, em todas as áreas de investigação, resulte de um esforço multinacional. É, por isso, de enorme justiça exaltar aqueles cujo trabalho, muitas vezes anónimo, contribui para grandes descobertas e prémios de reconhecimento internacional, como é o caso do prémio Nobel. 

 

David Guerra Aragão, ex-aluno da FCT - Universidade Nova de Lisboa, é co-autor de um artigo publicado na revista científica Nature onde o galardoado do Nobel da Química Brian Kobilka desenvolve o tema que lhe valeu a distinção. Deixo aqui o elogio merecido a quem, longe da luz da ribalta, contribui de forma expressiva para o desenvolvimento científico e tecnológico e, de caminho, eleva a imagem de Portugal. Parabéns David. 


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Quarta-feira, 12 de Setembro de 2012
por jfd

Como devo reagir a:

 

Lisboa, 12 set (Lusa) -- A Associação Nacional das Farmácias (ANF) estima que 600 farmácias encerrem em 2013 e responsabiliza o Estado por conduzir o setor "à situação de colapso" em que se encontra.

João Cordeiro falava no encerramento de um workshop sobre "A economia da farmácia e o acesso ao medicamento", que se realizou em Lisboa.

Para João Cordeiro, a situação de "colapso" em que o setor das farmácias se encontra deve-se a "medidas discricionárias e não avaliadas tomadas pelo Governo"

 

quando ainda hoje, ao comprar de novo determinado medicamento fiquei de queixo no chão ao saber que o preço era na ordem dos 2€ sendo que, ainda não faz 12 meses, pagava 10 vezes mais?

 

Sem demagogias, que me expliquem os especialistas; qual o impacte no futuro desenvolvimento de novas moléculas e afins?

E serei eu demagogo ou insensível ao não ter pena nenhuma de farmácias equipadas com robots de últimas geração que nada fizeram a mais que copiar um país que sem dinheiro se equipou sem acautelar a sua estabilidade estrutural no longo prazo abusando do crédito fácil?

Quando eu era puto o senhor João não era retalhista nem tirava os medicamentos de uma gaveta automaticamente! Se necessário fosse até ia lá atrás ao seu laboratório "fazer" o dito, segundo a receita.


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