Quinta-feira, 18 de Outubro de 2012
por jfd

A nota da direcção ou da redacção ou lá de quem é do jornal i de hoje é totalmente ridícula.

O i tem incentivado à violência, à desobediência e tem praticado de algum jornalismo que apenas tem par na blogoesfera de que eu, livre cidadão sem código deontológico a defender, faço parte.

Nem o meu vernáculo chega aos pés do veneno daquele gentinha sedenta de vender para manter a sua razão de ser.

Não i, vocês não vão ser o novo CM. Esse já existe e está para durar. Tenham vergonha na cara.

Mete-me nojo e dá-me vontade de vomitar.

Mas o que se há de dizer de um jornal que tem ponto de venda de destaque no Pingo Doce e nunca, NUNCA, está esgotado?

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Quarta-feira, 6 de Junho de 2012
por catarinabaptista

O jornal (?????????) "O Crime" dedica a sua última edição à licenciatura do Ministro Miguel Relvas. Entre a "notícia"(????????) da jovem violada por um ET na Caparica e o homem que nasceu com dois pénis, temos então o escândalo do Ministro que se recusou a responder a essa referência do jornalismo (??????) pátrio. Conclusão do dito jornal (????????????): o Ministro escondeu as suas "habilitações académicas"...

 

Valha-nos Deus nosso Senhor! Entretanto, fiquei a saber que o diretor do jornal (?????????) é um conhecido militante do PS de Cascais. Não sei se fique mais espantada por o dito ser do PS se por ser de Cascais. Tendo em conta o estilo e teor do jornal (????????) sempre pensei que era do Entroncamento...


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Domingo, 27 de Maio de 2012
por jfd

Muito se escreveu sobre o Ministro Relvas. Foi chão que deu uvas pelas bandas de f. e companhia e outros sitios.

Foi chamariz de pasquim de fim-de-semana.

Muito se passou durante estas duas semanas, de importante, tendo ficado relevado para segundo plano.

Não fosse a persistência deste Ministro pela privatização da RTP e a sua mão forte na Reforma Autárquica e outras que tais, nada disto se passaria.

Além do que, um jornal com guerras internas tem de se decidir ao que vem e ao que está perante seus leitores.

Na espuma dos dias passa o importante e o ainda mais importante e aproveita-se para criar um caso onde não existe, como se de repente tivéssemos nós em Portugal jornalistas que não reportassem por si próprios, como assim se prova, felizmente no dia-a-dia.

Era o que faltava não poder dizer que se deixaria de se falar com esta ou aquela fonte. 

O jogo é de todos, não apenas de a quem o convém jogar. Certas indignações só me dão vontade de rir pela oportunidade e razão de ser!

Palhaçada. É o que digo.

E a revolta, centrada numa pessoa forte, não passa disso. Que siga o Ministro com a sua agenda. Como tenho vindo a dizer, é uma agenda de futuro com olhos no horizonte. Não se poderá distrair com aquilo que é acessório.

Afinal de contas, o primeiro Governo que de facto governa com convicção e ideologia desde a democracia, teria de ter casos, casinhos e coisinhas.

Aquilo que sempre foi é poderoso. Demais. Mas há-de cair a bem de todos nós. Que se danem!

Disse.


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Segunda-feira, 23 de Janeiro de 2012
por João Gomes de Almeida

 

Nunca como hoje fez tanta falta o PPM do antigamente nesta AD. Sei que esta frase pode criar agitação nas hostes de todos aqueles que como eu defendem e sempre defenderam este governo - que na minha modesta opinião tem feito o que consegue e muitas vezes o que não consegue, para endireitar o nosso país e cumprir à risca o acordo estabelecido com os nosso credores.

 

Digo isto depois de mastigar, ao longo do fim-de-semana, as declarações do Professor Cavaco Silva. Resumindo: as palermices ditas pelo próprio e largamente citadas em todo o lado, explicam em grande parte o porquê de eu ser monárquico.

 

Nunca um chefe de estado, no estado a que chegou o nosso país e perante a calamidade social que muitos portugueses enfrentam, pode proferir tais declarações. É inaceitável que o originalmente modesto Cavaco de Boliqueime, na posição que ocupa, possa usar do seu exemplo - bem remunerado ao longo da vida e com imensos privilégios legítimos dos cargos que ocupou - para dizer que está a sentir a crise e que não sabe como irá arcar com as suas despesas.

 

Um rei nunca diria isto, porque o vínculo que o une ao seu povo é muito maior e na maioria das vezes mais ténue, obrigando-o a ser verdadeiramente um porta-voz dos eleitores que nunca o elegeram, mas que têm sempre o ónus do poderem mandar dar uma volta quando lhes apetecer.

 

Voltando ao primeiro parágrafo. A esta AD fazem visívelmente falta homens de boa vontade, que ponham em causa o regime republicano, que cem anos depois de instaurado nada fez pela melhoria da nossa qualidade de vida e que nada augura de bom para os próximos cem anos do nosso Portugal. O momento deve ser de profunda reflexão em torno do nosso país e do seu futuro, "pelo que não devem existir assuntos tabu" (cito Manuel Alegre nas comemorações do centenário da república).

 

Nos momentos que correm, houvesse um PPM no governo - como o de Ribeiro Telles, Augusto Ferreira do Amaral, Barrilaro Ruas, João Camossa, Rolão Preto e Luís Coimbra - e a próxima revisão constitucional certamente atribuíria ao povo português a possibilidade de pela primeira vez referendar o seu regime. Parar, pensar, votar e decidir, sobre o futuro da sua nação - em decréscimo, desde há mais de um século.

 

Perante o estado de sítio a que chegámos e perante o descrédito das instituições, sei que o povo português irá reagir. Só espero que a classe política portuguesa tenha a coragem de discutir abertamente o regime. As mudanças mais simbólicas, na maioria das vezes, são aquelas que mais fazem por uma nação.


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Domingo, 22 de Janeiro de 2012
por Ricardo Vicente

Ainda a propósito do caso das contas do Público relativas às nomeações políticas...

 

O problema de se fazer comparações metodologicamente erradas é muito comum, o que nem sempre acontece é ser dada tanta projecção mediática a uma notícia baseada em erros crassos. De certa forma, este erro do Público (assumindo sempre que não foi intencional...) foi possível porque há sempre muita tolerância a este tipo de erros: é normal ler semana sim semana sim exemplos destas "comparações" sem que surja alguém a apontar o erro. Se é habitual que saiam artigos baseados nesse tipo de comparações e se é normal que se tolerem tais erros, é mais do que provável que um dia ou outro venha a acontecer um caso destes: uma comparação errada que, por ter sido enfatizada pelo próprio jornal que a publicou, suscitou suficiente atenção ao ponto de vários leitores, blogadores e outros desta vez repararem no erro. Mas nem sempre é assim.

 
Há uns tempos atrás surgiu a notícia de que Teixeira dos Santos era o pior Ministro das Finanças da União Europeia. Li a fonte da notícia - era um artigo do Financial Times - e decidi ler e compreender com cuidado a metodologia que lhes permitiu chegar àquela conclusão. Na minha opinião, repito opinião, Teixeira do Santos foi um político/tecnocrata miserável por todas as razões (resultados maus, incompetência, fraqueza). Porém, atendendo à metodologia (comparações ilegítimas, etc.), aquela notícia não tinha cabimento. No entanto, ainda hoje se lêem referências e alusões àquele "estudo" que, na verdade, não passava de um exercício metodologicamente ridículo. Não que fosse difícil defender a ideia de que Teixeira dos Santos era um político péssimo. Mas tal argumento, qualquer argumento não pode ser baseado em "estudos" sem seriedade nem correcção.


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Terça-feira, 17 de Janeiro de 2012
por Pedro Correia

Qualquer um erra. Hoje o Público assume dignamente o erro cometido numa notícia que fez a manchete da edição de ontem. Só o deputado socialista José Junqueiro ainda não foi avisado. 

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