Segunda-feira, 28 de Janeiro de 2013
por jfd

Amanha não tenho Metro pela manhã. O prejuízo no meu local de trabalho é enorme. Estamos todos a correr para os objetivos. Mas os senhores do Metro nem estão aí para isso. É gente que precisa de os cumprir para poder comer, colocar os filhos na escola e ter algo para poder comprar medicamentos. Mas os senhores do Metro nem estão aí para isso. São portugueses que há anos vivem de duodécimos e não compreendem o histerismo na FP nem no meu setor. Mas os senhores do Metro nem estão aí para isso. Não sei mais quem insultar, que mais pragas rogar nem o que fazer. Certo é que não desejo mal a ninguém... Mas os senhores do Metro nem estão aí para isso. Agora ando de comboio... Nada melhor para ir de Alcântara para o centro de Lisboa. O que me irá acontecer quando os senhores do Metro nem estão aí para isso e nem os da CP? Enfim... Ser Lisboeta e Português é complicado nestas alturas... Principalmente quando os privilegiados empregados cospem na nossa cara. Mas os senhores do Metro nem estão aí para isso... Respeito = zero. Para vocês é interessante, como de novo, vos dedico uma canção de amor!

Também em www.pensarlisboa.com

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Segunda-feira, 21 de Maio de 2012
por jfd

Infelizmente amanhã, encontros como o descrito anteriormente pelo João Gomes de Almeida, só bem depois das 10 da manhã.

Estes trabalhadores continuam fixados nas suas greves paralisadoras de uma cidade e de trabalhadores que, ao contrário deles, nada puderam fazer contra os tais cortes brutais de que se queixam.

Gostaria muito de ter acesso às condições do antes e do depois destes trabalhadores, mas não tendo leitura fidedigna dos dados não me arrisco a utilizar o que vejo em caixas de comentários.

Não vejo o que se ganha com este tipo de luta, com a confrontação e com a limitação da utilização de serviços básicos e essenciais a cidadãos que os pagam. Ainda por cima quando as ondas de choque destas acções atingem muito mais que a cidade de Lisboa fazendo Portugal inteiro pagar pelas questões destes senhores.

Auto-europa, meus caros, Auto-europa...


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por João Gomes de Almeida

Hoje encontrei o Bernardino Soares na linha amarela. Ambos saímos no Rato.


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Quinta-feira, 22 de Março de 2012
por jfd

Esta greve corre tão bem aos do costume que mais logo teremos 600k de adesão, vão ver!

 

 

A mim preocupa-me o desemprego e a criação de riqueza. Preocupa-me um gráfico que, descendo, vai necessariamente voltar a subir. O quanto antes. Não é parado, mas sim a trabalhar que vou contribuir para isso. Pago mais impostos desde Janeiro de 2011. Recebo menos. Mas felizmente ainda trabalho. Mas sei que o meu rico dinheirinho já não vai para megalomanias nem ilusões e que ajudará mais quem precisa do que anteriormente. Estamos a mudar. Lentamente e a muito custo. Mas estamos a mudar. E isso é bom.

Vim na Carris. Vi os desocupados do Metro fechados. A CP tinha gente na plataforma. Os carros entupiam as estradas. O meu local de trabalho está cheio e nem ver os piquetes de greve que faziam barulho e espalhavam palavras sem sentido contemporâneo.

Sim, de facto estamos a mudar.

sinto-me:
música: This Depression - Bruce Springsteen

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Segunda-feira, 12 de Dezembro de 2011
por João Gomes de Almeida



A estação do Rato, local importante para António Costa, seus vereadores, assessores e gestores das empresas municipais - é gerida com base na falta de respeito pelos utentes do Metro, principalmente aqueles que têm mobilidade reduzida.

 

Há muitas semanas que o elevador que dá acesso à superficie se encontra desligado (poupança de energia?), paralelamente, as escadas rolantes de descer encontram-se também desactivadas, obrigando os clientes do Metropolitano de Lisboa a descerem pelas escadas normais. O mais engraçado, é o facto destas escadas estarem danificadas em vários pontos, tendo inclusive baias a vedarem o acesso a degraus partidos.

 

Todos os dias se pode assistir ao espectáculo de ver idosos, invisuais e pessoas de mobilidade reduzida a tentarem descer para o metro. O espectáculo é produzido pelo Metro de Lisboa e conta como actores principais com os funcionários grevistas da empresa.


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