Domingo, 21 de Outubro de 2012
por Joana Nave

Tenho andado a reflectir sobre a questão das aparências e os vários papéis que desempenhamos nas nossas vidas. A forma como nos vestimos diz muito sobre nós, se estiver de acordo com um estilo que adoptamos e que nos identifica. Porém, essa hipótese deixa de fazer sentido quando passamos a vestir-nos de acordo com a situação. A ideia da farda nas escolas ou do traje académico tem origem, precisamente, na não distinção dos alunos pela sua classe social, ou seja, desta forma não se descrimina ninguém por vestir ou não vestir roupas de marca e caras. Já em determinadas profissões a escolha da roupa deve ser de acordo com o trabalho desempenhado, ou seja, um operário de uma fábrica ou um enfermeiro não devem vestir da mesma forma que um gestor de um banco. No entanto, a questão da moda também varia com o tempo. Antigamente, na infância, as meninas andavam de vestido e os meninos de calções, usavam-se cortes clássicos e tecidos requintados. Hoje em dia, é usual vestir as crianças à semelhança dos adultos. Eu, que ainda sou doutro tempo e com pais à moda antiga, lembro-me destes pormenores que tornaram a minha infância mais feliz e sinto que algo se perdeu na troca de estilos. Com a adolescência surgem outras manias: os betinhos, os desportivos, os góticos e os alternativos. Cada grupo tem uma forma de vestir própria, assim como acessórios, adereços, o estilo de música, os hobbies e as conversas. Eu tenho ideia que fiz parte do grupo betinha/desportiva, o que quer que isso queira dizer. Gosto de me vestir bem, mas de acordo com a ocasião. Geralmente prefiro roupas largas e confortáveis, poucos adereços e/ou acessórios. Penso que a roupa é o que menos me define, pois tenho interesses e gostos variados, que se orientam para um estilo mais alternativo, que pouco ou nada tem a ver com tecidos ou saltos altos, mas tão-somente com as ideias que me assaltam e que me definem como pessoa. Acho que o estilo que melhor me caracteriza é a versatilidade, um camaleão que se confunde com a paisagem, para que não me destaque pela aparência mas sim pelo conteúdo.


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Quarta-feira, 2 de Maio de 2012
por jfd

LOUIS VUITTON 

JELLY BAG - MUST HAVE DA ESTAÇÃO 

Daily Moda Lisboa

Silhuetas harmoniosas e cativantes são a aposta da Louis Vuitton para a primavera / verão 2012. A marca francesa criou uma atmosfera poética, que transpôs também para a coleção de acessórios através de formas icónicas e detalhes sofisticados.

Foi na variação sobre o tema da transparência, e mantendo o espírito suavemente naïf da estação, que Marc Jacobs, diretor criativo da Louis Vuitton, encontrou inspiração para desenhar o novo essencial da estação: a Jelly Bag, uma reinterpretação luxuosa do saco de compras. Feita em pele de vitelo metálica envernizada, que é simultaneamente perfurada e gravada para criar um efeito tridimensional, a nova Jelly Bag é elevada ao estatuto de luxo.

 

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