Terça-feira, 9 de Julho de 2013
por Diogo Agostinho

 

 

Temos assistido a esta comédia internacional de alta espionagem. Declarações ainda tímidas perante um escândalo sem igual. Olho para isto tudo e só me vem ao pensamento: o que não seria se em vez de Deus na terra a viver hoje na Casa Branca estivesse George W. Bush? 

Certamente que o mundo estaria em histeria, as manifestações iriam suceder-se e toda a ala do politicamente correcto estaria em alarme social. 

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Quarta-feira, 7 de Novembro de 2012
por Rodrigo Saraiva

Continuando Obama na Casa Branca, continuam por lá o Pete Souza e o Bo.

 

 


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Terça-feira, 6 de Novembro de 2012
por Pedro Correia

No habitual Frente-a-Frente da SIC Notícias, Carlos Zorrinho faz uma apreciação positiva do mandato do 44º Presidente norte-americano, mas deixa um lamento, aludindo à oposição em Washington: "É verdade que Obama, em muitas reformas, teve grandes bloqueios institucionais." Minutos antes, no mesmo espaço de opinião, o líder parlamentar socialista confirmara o "grande bloqueio institucional" do PS às reformas que o Governo procura lançar em consenso com o principal partido da oposição.


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Segunda-feira, 5 de Novembro de 2012
por Dita Dura

Obama ou Romney? Escolho o Lincoln caçador de vampiros.


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Sábado, 13 de Outubro de 2012
por José Meireles Graça

"As most of you know our company, Westgate Resorts, has continued to succeed in spite of a very dismal economy. There is no question that the economy has changed for the worse and we have not seen any improvement over the past four years. In spite of all of the challenges we have faced, the good news is this: The economy doesn’t currently pose a threat to your job. What does threaten your job however, is another 4 years of the same Presidential administration. Of course, as your employer, I can’t tell you whom to vote for, and I certainly wouldn’t interfere with your right to vote for whomever you choose. In fact, I encourage you to vote for whomever you think will serve your interests the best."

Este tipo acha que mais quatro anos de Obama não darão saúde à economia em geral e à empresa dele em particular. E di-lo num e-mail a todos os trabalhadores da empresa.

 

Escândalo: o título da notícia é "Multimilionário ameaça despedimentos se Obama ganhar". No texto, entre outros detalhes, informa-se que David Seagal vive numa casa com quase 3 hectares, inspirada em Versalhes (vê-se pela fotografia que Versalhes fica realmente muito longe da Florida, a casa nem com Vaux-le-Vicomte compete). Mas a informação é útil: um tipo que vive numa casa deste tamanho só pode ser um patife. E o patife leva o desplante a pontos de tentar influenciar o voto dos seus trabalhadores - maldito cacique.

 

Sucede que acho que Obama é, no Olimpo da política mundial, uma espécie de casamento gay entre Hermes, deus dos oradores, e Éolo, deus dos ventos. Falas bem mas fazes tudo o resto mal, Obama. E mesmo que o outro candidato já tenha o seu pé de meia de deslizes, se eu fosse Americano não hesitava.

 

E ainda que não me passasse pela cabeça escrever aos trabalhadores a confiar-lhes as minhas opiniões políticas, confesso não perceber por que razão é moralmente censurável fazê-lo: o voto não é secreto? os trabalhadores têm uma cabecinha tão fraquinha que a opinião do patrão, do padre, do polícia e do presidente da câmara - conta muito? tentar influenciar não é o que todos fazemos, até este ignoto escriba?

 

Histórias de gringos, é o que é. Nós cá não temos disso; nem casas à moda de Versalhes.

 


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Quinta-feira, 6 de Setembro de 2012
por Diogo Agostinho

 

 

Que grande momento ontem na Convenção Democrata. Bill Clinton em grande forma. E Obama agradece. Bem precisa...

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Segunda-feira, 18 de Junho de 2012
por jfd

Esta imagem é retirada do Daily Show. É incrível como estes tipos de Wall Street ainda se safam. Provavelmente devido ao seu poder aí e em K Street. Este senhor, presente na comissão de finanças do Congresso (ou similar), foi tratado como um rei. Afinal, não fosse ele um dos maiores contribuintes para a mesma. Mas a administração Obama não se livra também dos dólares da JP Morgan. Enfim. Um lixo. Um esgoto.

Bem reportei eu isto aqui.

 


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Terça-feira, 29 de Maio de 2012
por Alexandre Guerra

 

Num extenso artigo publicado esta Terça-feira no New York Times ficou-se a saber que todas as semanas cerca de 100 elementos das várias agências de segurança e de “intelligence” norte-americanas se reúnem através de videoconferência, propondo e recomendando ao Presidente Barack Obama várias biografias de possíveis alvos terroristas a abater.

Destas reuniões, organizadas pela Pentágono, saem as “nomeações” daqueles que irã estar, eventualmente, na mira dos drones, algures no Iémen, no Paquistão, na Somália ou no Afeganistão. Diz aquele jornal que este processo selectivo é uma “invenção” da administração Obama, que tem demonstrado um apetite voraz para os assassinatos selectivos através de aviões não tripulados. Assassinatos, esses, que aumentaram consideravelmente em relação às administrações do antigo Presidente George W. Bush.

Antes de qualquer acção militar secreta, os “nomeados” ainda terão que passar pela aprovação final da Casa Branca, nomeadamente, de Obama. Neste processo cirúrgico, o Presidente conta com a ajuda de John O. Brennan, o seu principal conselheiro em contraterrorismo, para fazer aquilo que o próprio New York Times chama de um “cálculo moral”.

Um exercício que Obama assume como um desígnio moral e uma responsabilidade intransigente, sempre guiado pelo conceito da “guerra justa”. E o mais interessante, segundo alguns conselheiros do Presidente citados pelo New York Times, é que isto se deve a vários factores, nomeadamente, à influência do estudo do fenómeno da guerra nas obras de Santo Agostinho e São Tomás de Aquino.


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Domingo, 27 de Maio de 2012
por Alexandre Guerra

 Pat Bagley / Salt Lake Tribune 

 

Diz-se, pelo menos a julgar pelas palavras de Maureen Dowd no New York Times deste Domingo, que as deslocações dos Serviços Secretos americanos (não confundir com a CIA) são descritas pelos próprios membros da organização como “Secret Circus”. Uma forma jucosa de descrever o aparato envolvido em cada missão de acompanhamento ao Presidente dos Estados Unidos.

Uma logística que ficou bem patente nos cerca de 200 agentes que acompanharam Obama na polémica viagem à Colômbia no mês passado para participar na Cimeira das Américas.

Esta viagem teria sido mais uma a juntar-se a tantas outras, não fossem 12 desses 200 agentes terem-se dedicado a actividades nocturnas impróprias em Cartagena, com a contratação de alguns serviços especializados na indústria do prazer carnal. O escândalo rebentou e quando mete sexo pelo meio já não há nada a fazer, sendo a própria opinião pública americana a exigir o apuramento de responsabilidades e consequências rápidas.

Mark Sullivan, director dos Serviços Secretos, esteve no passado dia 23 numa comissão do Congresso. Daquelas à séria e não apenas um folclore mediático completamente inócuo.

Na Comissão de Segurança Interna do Senado, Sullivan fez o seu papel ao tentar defender a sua instituição o mais possível, embora não tendo desvalorizado o que se passou na Colômbia. Do outro lado, os senadores fizeram também o que lhes competia, encostando Sullivan às “cordas” e relembrando alguns casos do passado, mas não pedindo, para já, a sua cabeça. Pediram, sim, foi ao Departamento de Segurança Interno que fizesse uma investigação interna.

Entretanto, das 12 “maçãs podres”, como referiu o próprio Sullivan, e apenas num espaço de um mês, nove agentes já foram corridos dos Serviços Secretos: seis demitiram-se, dois foram despedidos e um reformou-se.

Não foram precisos meses de investigações da Procuradoria e de inquéritos judiciais e muito menos o avolumar de milhares de páginas de processos em tribunais. Esta é uma das virtudes da democracia americana, em que, por vezes, bastam os mecanismos internos das instituições e a vontade política para que a justiça (no sentido mais poético) seja consequente e as tais “maçãs podres” sejam deitadas para o lixo.


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Quarta-feira, 9 de Maio de 2012
por jfd

Numa jogada política que faz lembrar a de Karl Rove para a corrida ao segundo mandato para o segundo Bush, mas totalmente oposta e sem nada a ver; Obama toma finalmente uma posição oficial sobre o casamento gay na América.

Uma decisão que agradará liberais, que é justa no seu sentido prático mas que irá dar que falar, incendiando as duas posições da barricada.

Numa análise muito rápida podemos pensar que Obama ganha votos com esta questão, mas apenas o fará se conseguir de novo o feito de mobilizar o eleitorado jovem. Pois parte do eleitorado negro foi perdido hoje. Ganha no entanto uma dinâmica perdida, ao finalmente cumprir uma promessa eleitoral.

 


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Sábado, 21 de Janeiro de 2012
por Fernando Moreira de Sá

 

O Presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, cometeu erros durante este seu primeiro mandato? Cometeu.

Obama falhou a algumas das suas promessas? Falhou.

A esperança que tantos milhões de americanos, e centenas de milhões por todo o planeta, nele depositaram ficou um pouco abalada nestes anos de presidência? Certamente.

 

Barack Obama não veio directamente do Olimpo, é um comum mortal, um homem e, como tal, um ser imperfeito. O seu capital de esperança, a mudança que ele significou pode ter hoje um significado um pouco menor, pode. Admito. Mas, Obama é mesmo especial. Não o digo apenas por aquilo que se pode ver na fotografia que ilustra este post. Mas também.

Obama é mais do que "O Presidente dos EUA". É muito mais do que isso. É por isso que vai ser reeleito. É por isso, tal como Lula, que vai deixar saudade em todos os Homens de boa vontade. 

 

E isso vê-se, sente-se nestes pequenos gestos. Detalhes, dirão alguns. Pois. O Diabo está nos detalhes? O verdadeiro ser humano, também.

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Quinta-feira, 15 de Dezembro de 2011
por Francisco Castelo Branco

Hoje os soldados americanos guardaram a última bandeira que representava a ocupação norte-americana em Bagdad. Já Barack Obama tinha ido ao Iraque para confirmar a promessa que havia feito aquando da tomada de posse: acabar com a presença dos EUA em território iraquiano.

Volvidos nove anos da guerra iniciada por W. Bush, é importante fazer aquela pergunta que está no título, até porque em 2011 temos assistido a uma revolta no mundo árabe.

Ninguém tem uma bola de cristal, mas será que os regimes políticos ditatoriais não acabam sempre por cair? É o que a história nos tem ensinado e provado. Assim, é importante reflectir se não faria bem a W. Bush ter esperado e deixado nas mãos da população a iniciativa de derrubar o então ditador Saddam Hussein. Se Kadafi morreu às mãos do seu próprio povo, Saddam também não conseguiria resistir a uma revolta popular.

É crucial que se faça esta leitura porque morreram 4500 soldados americanos, fora os iraquianos que perderam a vida na guerra sem saber porquê.

Desta guerra e daquilo que o mundo árabe está a viver neste virar de década convém que se retire esta lição: a força de uma população é bem mais temida e eficaz que o recurso às armas.

Até porque o objectivo principal da invasão do Iraque em 2003 era derrubar Saddam Hussein e não propriamente acabar com as armas de destruição massiva que nunca foram encontradas.

 

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