Quinta-feira, 31 de Maio de 2012
por jfd

Ouvir Ricardo Costa na SIC comparar o que se passará em Portugal com o que se passa pelo Reino Unido. Tentando desmitificar o argumento da guerra empresarial socorrendo-se dos exemplos do The Guardian e da guerra com a News corp. Ainda por cima, todo revoltadinho e ressabiado, só me dá vontade de rir. Rir do que diz e cada vez mais ter pena do que faz com um Jornal com o qual, e como já disse, aprendi a conhecer Portugal, a sua política e economia.

Expressões como "toda a gente sabe" e "a verdade neste caso é" ou "essa guerra é pública" ficam-lhe muito mal. Parece conversa de um qualquer jfd que por aí bloga...

A impressa anda em guerra com a ongoing. Diz ele, e repete a SIC em todos os seus serviços noticiosos sem parar, desde que falou Ricardo Costa.

E depois fala da liberdade de qualquer cidadão?

"isto é brincar com as pessoas" ?

Vá atirar areia aos olhos de outro.

Vergonhoso. E não porque ataca o Governo, porque a isso já estamos habituados e isso toda a gente sabe. Vergonhosa é a utilização do espaço noticioso para a tal guerra que é [passou a ser verdadeiramente] pública, servindo os interesses dos accionistas do grupo impresa e não de informação do povo que vive em perigo eminente de falta de liberdade de expressão.

 

Nos EUA existe uma boa prática. Exemplifico: Houve um problema com um avião da Air Canada que levantou voo, rebentou um motor e logo voltou à pista. Caíram pedaços do motor em cima de carros. O Jornalista no Today Show na NBC reportou e ao indagar se os motores seriam GM, não deixou de referir que a NBC faz parte da GM.

Para bom entendedor...

 


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Sábado, 12 de Maio de 2012
por Fernando Moreira de Sá

 

 

Ora vamos ver se percebi a notícia do Expresso:

 

O Jorge Silva Carvalho enviou umas mensagens de telemóvel e uns mails a várias pessoas. Entre elas Miguel Relvas e Marco António Costa. Nas referidas mensagens/mails deu palpites sobre o futuro do SIED, do SIS e, quem sabe, prognósticos sobre o Porto-Benfica.

 

Tanto Marco António Costa como Miguel Relvas, segundo o mesmo Expresso, não responderam. Mais, nenhum dos palpites foi seguido. Foi isto, não foi? Então, qual é a notícia? Onde está o problema, só para eu perceber a chamada principal de capa.

 

Agora pergunto aos leitores: quem nunca recebeu uma SMS ou um mail ou os dois por junto e atacado de amigos, conhecidos e outros bitaiteiros sobre: a escolha da namorada, a cor da gravata, o melhor automóvel a comprar, aquele terreno que é uma pechincha ou mais sei lá o quê? Olhem, falo por mim: já recebi vários tipos de palpites por SMS/mail e já dei outros tantos. Sobre questões profissionais, sobre bola, música, blogues, etc. 

 

Parece que já estou a ouvir alguns leitores a dizer: pois, mas tu não és ministro. Pois não. Mas todos nós, em determinados momentos da nossa vida, pelas funções que temos, seja no público ou no privado, já fomos "alvo" de inúmeros palpites e outras tantas "pressões" ou "cunhas". Eu volto a perguntar: é crime uma pessoa receber um SMS/mail com conteúdo do género? Pior, afirmando o Expresso que os dois políticos em causa nem responderam e sabendo todos nós que os palpites não foram tidos em conta, a que se deve semelhante destaque? Como diz o Nuno, uma não notícia...

 

Quem atira a primeira pedra?


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