Quarta-feira, 20 de Março de 2013
por Carlos Faria

Na bíblia o filho pródigo sai de casa, mas negoceia antes a herança do Pai para se dedicar aos seus vícios privados, quando se esgotou a fortuna, humildemente regressa à casa do Pai, pede perdão e acolhimento, e este abraça-o porque se arrependeu.

Na vida política, o político pródigo chegaria a ministro salvaguardaria e criaria condições que lhe permitissem ocupar um lugar na privada onde pudesse gerir os benefícios de concessões e adjudicações e outros dinheiros públicos que brotassem do Estado, esgotada a fortuna pública, regressaria arrogantemente à política, certo que serviçais vazios de ideias lhe estenderiam a passadeira pela sua esperteza...


PS: qualquer semelhança desta parábola com a realidade é mera coincidência.


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