Sexta-feira, 19 de Julho de 2013
por jfd

Algo tem de ser gabado na politica Portuguesa. A persistência e obtusidade do PCP. Há partidos assim.

 

 

 

ps - Verdes? quem?


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Quarta-feira, 17 de Julho de 2013
por José Meireles Graça

Desconhecia até hoje a existência de um parceiro social designado por Confederação Portuguesa das Micro, Pequenas e Médias Empresas e não faço ideia de quem seja João Pedro Soares - no Google há vários e não tenho vagar para espiolhar.

 

No site informa-se que a CPPME está "no terreno" há três décadas e exibe-se a fotografia de um stand nas Festas da Rã, em Cascais, ao que se segue informação vária, cuja natureza não pude apurar por de momento me apetecer ir à cozinha comer cerejas.

 

Pois esta, não duvido, prestimosa organização, "apresentou ao secretário-geral da CGTP as suas propostas para o sector empresarial e para a reanimação da economia nacional".

 

Isto é realmente moderno: uma federação das federações das associações dos empresários anões, medianos e crescidinhos, "apresenta" coisas a um comunista que dirige uma feroz confederação cujo propósito é eliminar os grandes empresários, após os quais os médios, que entretanto passariam a ser os grandes, após os quais os pequenos, que seria exagero designar como grandes mas são tão exploradores como os outros, e finalmente os micros, que se empregarem nem que seja dois sobrinhos e um amigo de um filho estão-se apropriando de mais-valias e não sei quê.

 

"No final da reunião tanto a CPPME como a CGTP mostraram-se favoráveis a que se realizem eleições o mais depressa possível, por entenderem que a crise política e económica actual só pode ser superada se for dada 'a voz ao povo', houver 'um novo Governo' e se puserem em prática novas políticas".

 

Tiro o meu chapéu ao PCP: tem dois partidos políticos na AR mais outro que se imagina que não é compagnon de route; tem uma central sindical, uma nuvem de comentadores e uma presença tão vasta quanto enjoativa na comunicação social; tem uma quinta, uma Festa justamente celebrada e sabe Deus que mais.

 

Não tinha os empresários. Mas está a trabalhar nisso - parece.

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Sexta-feira, 1 de Fevereiro de 2013
por Francisco Castelo Branco

Fico estupefacto com esta atitude por parte dos partidos da esquerda radical. Eu não entendo como é que 40 anos depois do 25 de Abril ainda não se enterrou o passado. Se PCP, BE, PEV são partidos democráticos deviam agir com respeito perante aqueles que ajudaram a construir o regime em que vivemos. Custa-me aceitar que politicos com responsabilidades parlamentar e que têm de se sujeitar ao escrutínio populalar tenham este tipo de comportamento. Ao menos sejam coerentes e abandonem de vez o jogo parlamentar, cingindo a sua acção política às manifestações e greves. 


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Sábado, 12 de Janeiro de 2013
por jfd


 

O líder do Partido Socialista, António José Seguro, prevê visitar a China em 2013, a convite do Partido Comunista Chinês (PCC), confirmando as “relações amigas” entre as duas organizações, revelou esta sexta-feira a presidente do PS, Maria de Belém Roseira. (...)

 

* o post poder-se-ia ter intitulado também de "Notícias sem interesse".

 


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Segunda-feira, 3 de Dezembro de 2012
por José Meireles Graça

Agostinho Lopes é um conhecido carroceiro do PCP. Não é grave, a espécie é transversal ao espectro partidário: num partido geralmente cordato como o PSD, repleto de gente circunspecta e engravatada, é possível um Odorico Paraguaçu ter granjeado votos, sucesso e prestígio ao longo de décadas. É certo que o preço fica para os sucessores pagarem, mas no resto do País, governado por gente com muito mais gravitas, a coisa não foi diferente. Porém, não é realmente disso que quero falar - as palavras são como as cerejas.

 

Agostinho, em pleno Congresso, disse o seguinte: "Há duas ilusões a evitar, a que é possível uma política alternativa com a manutenção do euro e mais federalismo como querem o PS e o Bloco de Esquerda e a ideia de que tudo se resolve com uma saída pura e simples do euro, qualquer que seja a forma como se sai e as condições de saída." Para Agostinho Lopes, um governo "patriótico e de esquerda" deve, no entanto, preparar o país para "a reconfiguração da zona euro, nomeadamente a saída da união económica e monetária, por decisão própria ou crise na União Europeia, salvaguardando os interesses de Portugal."

 

Isto é muito embaraçoso: porque, no essencial e com apenas duas correcções, não tenho nenhum problema em subscrever a tirada.

 

A primeira é que com a manutenção do Euro seria possível uma política alternativa, consistindo em privilegiar cortes na despesa e não aumentos de receita. A diferença teria sido um efeito menos depressivo, menos conflitualidade (aproveitando um estado de graça agora finado), e criação de condições para, se e quando o crescimento recomeçasse, o governo do dia, presumivelmente do PS, partisse de uma base muito mais baixa para restaurar o despesismo público - que é na prática o que o PS sabe fazer. Esse corte vai agora acentuar-se, ainda que em parte: quando tudo o mais falha, nomeadamente a cobrança de impostos, o único caminho possível para atingir o fugitivo equilíbrio é cortar na despesa.

 

A segunda é que o patriotismo não é património da Esquerda. No caso do PCP, aliás, os textos sagrados recomendam o internacionalismo proletário: alguém duvida que o PCP seria federalista, se uns Estados Unidos Europeus pudessem ser comunistas? Não é património da Esquerda nem será, a meu ver, a melhor luz à qual devem ser vistas quaisquer mudanças.

 

A luz necessária é a do realismo: o Euro falhou; os mesmos que o engendraram dizem agora que, para o corrigir, são necessárias mais instituições "comunitárias", designem-se ou não por federais; e países diferentes têm interesses diferentes, que podem ser convergentes, embora não sempre. Pode-se acreditar que é possível o governo de uma manta de retalhos feita de povos diferentes, com línguas diferentes, economias diferentes  e diferentes percursos históricos, sem nenhum cimento que não seja uma ideia abstracta de engenharia de pátrias e um interesse comum que todos os dias é desmentido. Mas isso requer um tal esforço de fé que só a mesmerização de toda uma geração e o medo do desconhecido, agora que desfazer a feira parece imensamente mais difícil que a ter levantado - pode explicar.

 

As razões não serão as mesmas, e os objectivos menos ainda, mas, hoje por hoje, um abraço, camarada Agostinho.

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Segunda-feira, 1 de Outubro de 2012
por Judite França

Quando um amigo desesperançado encarar um qualquer acontecimento como algo perene e imutável, eu falo-lhe nisto. PCP e BE acertam estratégia conjunta de combate ao Governo In http://www.tvi24.iol.pt/aa---videos---politica/francisco-louca-jeronimo-de-sousa-louca-jeronimo-videos-tvi24/1379326-5796.html


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Segunda-feira, 25 de Junho de 2012
por Rodrigo Saraiva

"A moção de censura do PCP ao Governo é dirigida contra o mundo e a realidade"

 

"Quem nunca se deixou enganar pelo PCP foi o povo português"

 

Pedro Passos Coelho em resposta à moção de censura apresentada pelo PCP


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Quinta-feira, 22 de Março de 2012
por João Espinho

Hoje é um dia particularmente feliz para as minorias.  Com os seus 8% (expressão eleitoral do PCP/CGTP) impõem ao país os devaneios e as consequências daquilo a que chamam justa luta. Pouco interessados em tirar o País do buraco, tudo farão para que o desemprego aumente pois só assim  sobreviverão para apregoar a cartilha  da luta de classes e de outras coisas que, felizmente, não criram muitas raízes nas sociedades livres e democráticas.
À noite estaremos atentos à divulgação dos números e do peso das minorias. E do pesadelo para uma larga maioria  de portugueses.

(também aqui )


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Sábado, 11 de Fevereiro de 2012
por Rodrigo Saraiva

Eu não sou de intrigas, mas parece que a CGTP (ou será o PCP?) quer fazer esquecer rapidamente Carvalho da Silva.


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Segunda-feira, 30 de Janeiro de 2012
por Pedro Correia

 

Há oito anos, escrevi no Diário de Notícias que Arménio Carlos seria o sucessor de Manuel Carvalho da Silva na CGTP. Lembro-me de que na altura não foi fácil encontrar fotografia do obscuro coordenador da União dos Sindicatos de Lisboa, então totalmente desconhecido da opinião pública. Sabia-se, isso sim, que a cúpula comunista estava irritada com as contínuas fugas à ortodoxia de Carvalho da Silva e pretendia substituí-lo por um homem aparentemente mais duro mas afinal muito mais dócil no cumprimento das directivas partidárias. Por um motivo fácil de explicar: a CGTP é o mais poderoso instrumento de acção estratégica do Partido Comunista, que após ter perdido os seus bastiões operários e autárquicos recuou com a tenacidade de sempre -- um passo atrás, dois passos à frente, recomendava Lenine -- para o seu derradeiro reduto, o do sindicalismo nas áreas da administração pública e das empresas públicas, designadamente na área dos transportes. Quanto mais Estado, tanto mais a CGTP se robustece. E quem diz CGTP diz PCP. Não faz qualquer sentido a actual correlação de forças -- firmada durante os anos do "processo revolucionário" -- na cúpula da central sindical onde os comunistas estão em larga maioria, remetendo independentes, socialistas, católicos e bloquistas para posições minoritárias. Algo sem paralelo na sociedade portuguesa.

Essa foi talvez a cacha mais fácil da minha carreira jornalística, à semelhança de outra -- que escrevi com meses de antecedência -- em que garantia, também no DN, que Jerónimo de Sousa seria o sucessor de Carlos Carvalhas como secretário-geral dos comunistas. Porque não há nada mais previsível do que o ritmo "lento" e "vertical" -- sem qualquer traço revolucionário -- em que ocorre o processo de tomada de decisão no PCP. E se a ascensão de Arménio Carlos acabou por ficar quase uma década no congelador isso deveu-se apenas à fortíssima popularidade de Carvalho da Silva na sociedade portuguesa, alcançada não por causa da sua ligação enquanto militante de base aos comunistas mas apesar dela.

 

Virada a página, reforça-se a ligação orgânica da central ao partido com a promoção a dirigente máximo de um membro (desde 1988) do Comité Central do PCP, vinculado às rígidas normas de disciplina interna impostas pelo "centralismo democrático". Esta subordinação -- que Carvalho da Silva nunca aceitou na integridade -- torna agora mais nítido o controlo comunista da CGTP, onde o direito de tendência é rigorosamente interdito e as "minorias" (largamente maioritárias na sociedade) servem apenas para conferir um vago verniz pluralista a uma organização que o PCP passa a tutelar de forma ainda mais inflexível.

Era isto que eu gostaria de ter visto dissecado e debatido nos dias que precederam a entronização de Arménio Carlos, o homem que se prepara para duplicar sem deslizes o discurso sindical de Jerónimo de Sousa em todos os telejornais, tal como o PEV duplica a retórica comunista na frente parlamentar. Mas isso seria talvez exigir demasiado de um certo jornalismo e de uma certa "opinião" que se esgotam na poeira do instantâneo sem repararem no essencial.

Publicado também aqui


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Sábado, 28 de Janeiro de 2012
por João Gomes de Almeida

 

Carvalho da Silva esteve 25 anos à frente da CGTP. Durante todo esse tempo nunca esconderam a militância comunista, embora tenha dado ocasionalmente umas fugidas rápidas com o PS e o BE - dizem que eram acções de charme para preparar uma hipotética candidatura a Belém. Eu sou daqueles que acredito que será mesmo candidato e que poderá ter um resultado surpreendente. Infelizmente.

 

Arménio Carlos foi "eleito" esta madrugada líder da CGTP. Dizem que é um militante comunista ortodoxo - facto que levou a tendência socialista e a tendência católica da central sindical a absterem-se da votação. É triste pensar como o partido comunista ainda se aproveita dos sindicatos, comissões de utentes, associações de estudantes e outros movimentos que deviam pertencer à sociedade civil, paras os canibalizar e poder trazer para a rua a discussão partidária.

 

Vejam este e este exemplos dados pelo Rodrigo Moita de Deus. É nojento. E digo mais, equanto o PCP controlar estas estruturas, nenhum governo deveria negociar com estes sindicatos, visto que não representam os trabalhadores, mas sim o comité central de um partido.


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Sábado, 5 de Novembro de 2011
por João Espinho

 

O PCP é um partido muito bem organizado. Nas suas diversificadas estruturas internas existe a célula (nas empresas, nos locais de trabalho) - uma das organizações de base do Partido -  pois "é a partir dos locais de trabalho, das questões concretas e dos problemas concretos que fundamentalmente se esclarece e mobiliza, que se evidencia a coincidência estratégica entre os interesses nevrálgicos do capital, dos partidos de direita e do PS, que se despertam consciências, libertam energias de luta e de combate".
Na Câmara Municipal de Beja existe uma célula comunista que, de acordo com as notícias, se reúne hoje em Assembleia Geral sob o lema “Uma célula mais forte, um Partido mais forte”.

Tudo isto é normal e faz parte do exercício da cidadania.

O que é estranho é que, tendo o PCP dominado a CM de Beja até há 2 anos, nunca se tenha ouvido falar da célula nem tão pouco, ao longo de mais de três décadas, se tenha lido uma nota de imprensa daquela estrutura comunista. Será que só agora, que o PCP está na oposição, terão os trabalhadores comunistas do município bejense o direito a "despertar consciências, a libertar energias de luta e de combate"?

Onde é que andaram estas consciências durante mais de 30 anos? 

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