Terça-feira, 11 de Dezembro de 2012
por Pedro Correia

 

Na sexta-feira, o País ficou a saber por três manchetes simultâneas que Medina Carreira e Manuel Vilarinho estavam sob a lupa dos detectives do Departamento Central de Investigação e Acção Penal. Hoje, desse imenso queijo suíço cheio de buracos que é a inquirição criminal portuguesa, surge a notícia de que também o ex-ministro Teixeira dos Santos, o ex-secretário Costa Pina e o antigo presidente das Estradas de Portugal, Almerindo Marques, estão sob investigação.

Pela mesma lógica que levava o saudoso Padre Américo a garantir que não havia rapazes maus, vem agora a Drª Cândida, fazendo jus ao seu nome, assegurar que o Ministério Público não viola o segredo de justiça, ao contrário do que indiciam todas as evidências.

Resta concluir que o responsável é aquele sujeito que leva a bandeja, ali em cima. Dentro da câmpanula, traz uma manchete. Aqui para nós, eu já suspeitava: o fulano usa luvas só para não deixar impressões digitais. Elementar, caros leitores.

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Sábado, 12 de Maio de 2012
por jfd

Oiço e leio em telejornais, revistas, jornais e demais notícias de um país desesperado e em crise. São histórias verdadeiras e às quais se deve dar a maior importância e relevância.

Oiço falar de um Governo que puxa para baixo e que não apresenta nem medidas nem mostra optimismo.

Gordas de semanários que com muita soberba, semana após semana, têm mais uma história para entreter quem ainda os compra.

Desta vez receber emails e SMS dá para vender jornais. Diga o que disser o MP ou fale ou não fale o já irrelevante PGR. O que interessa é lançar dúvida sobre o Governo, as suas pessoas e vender mais dois ou três jornais. Depois lá virão os de sempre falar e afirmar, opinar e sentenciar.

Claro que o facto de que existe disponibilidade imediata para responder no Parlamento a qualquer questões dos representantes do Povo não tem já muito valor, o que interessa é mesmo imprimir as gordas, fazer grandes oráculos ou belos separadores nas rádios.

Pelo meio vem o PM exaltar por alguma positividade numa verdadeira e preocupante crise de desemprego. Que seja este, que é preocupante, encarado como não o fim mas sim como uma oportunidade para algo que poderá vir mais tarde que mais cedo, mas que virá.

O ministro das Finanças vê o número do desemprego com preocupação, o PM quer que se veja o desemprego não como um estigma mas sim como uma oportunidade. E pronto lá se foi o Carmo e a Trindade; é uma grande contradição. E os jornalistas, os sérios e os menos sérios, os seniores e os juniores lá vão a percorrer a não notícia como uma sanguessuga procura sangue para se alimentar.

Pedro Passos Coelho? Foi ofensa. Não sabe da vida dos portugueses. É insensível.

Não dá para andar em frente num país onde a miséria e a desgraça vende e alimenta e ainda dá prazer a quem dela sobrevive.

Que se respeitem as pessoas que estão a puxar pelo país: os Portugueses. Com a vital ajuda de um Governo pragmático e sem discursos de circunstância nem cenários de oásis secos e castanhos.


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por Sérgio Azevedo

A Procuradora Cândida Almeida recusa qualquer responsabilidade na prescrição dos crimes praticados por Isaltino de Morais. Faz mal. Se há coisa que corrói a confiança dos cidadãos no funcionamento e nas Instituições de um Estado de Direito, é o sentimento de impunidade. Pode existir desemprego, mais emigração, mais ou menos crise. Mas quando há falta de equidade não há confiança que resista.

Estas declarações são um exemplo de tudo aquilo que não se deseja num Estado de Direito.


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Sexta-feira, 11 de Novembro de 2011
por Constança Martins da Cunha


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