Quarta-feira, 26 de Setembro de 2012
por João Espinho

 

No próximo Sábado têm uma excelente oportunidade para distribuírem abraços, acordarem os corações das pessoas e, quiçá, realizar algum sonho ....! E mesmo que não se chamem Adriana..... who cares?

 




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Sexta-feira, 23 de Março de 2012
por jfd

Irrita-me o politicamente correcto. Irrita-me a má formação de alguns elementos da PSP. Irritam-me os sedentos de sangue e de desgraça que procuram nas imagens de ontem o início do declínio de uma sociedade que está a viver sacrifícios com responsabilidade e que ontem demonstrou que se está maioritariamente e literalmente a #$%"! para manifestantes com teias de aranha.

Respeitem os desempregados. Respeitem quem quer trabalhar. Respeitem os protestos legítimos e encaixados neste século.

Esses senhores e senhoras que decidiram pegar em pedras e cadeiras no Chiado já de manhã tinham feito das suas aqui pelas minhas bandas.

Não foram nem pacíficos nem bem vindos. Fizeram-se convidados, fizeram-se ouvir e entraram onde não foram chamados nem desejados.

Depois, mais tarde, fizeram o favor de encenar o palco para as fotos e imagens da discórdia. Afinal é preciso vender e ampliar junto da irresponsável comunicação social, não fosse esse o veículo de minorias. Legítimas e ilegítimas. É a pérfida comunicação social que temos. Não é de agora.

Eu, sempre que vi desacatos, afastei-me. Não é a minha natureza, não é a minha forma de lutar, não é meio para fim nenhum.

Irritam-me os mártires.

Irritam-me as averiguações e os pedidos de explicação. Quem fez levou. Quem não devia ter dado que seja castigado. Que se tirem ilações. Que se aprenda para o futuro. Que não se repita!

Deixem os revoltados revoltarem-se. Mas estes que deixem quem quer viver e trabalhar fazê-lo sem ter de levar com a sua ladainha sem fim, propósito ou ponta por onde se lhe pegue, interferindo com a sua liberdade de não ver perturbada a sua normal vivência social.

 

Foi este lindo cenário que estes senhores fizeram o favor de exportar para o mundo, totalmente descaracterizado, no dia em que somos destaque na BBC Travel.

Obrigado por nada.

sinto-me:

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por Fernando Moreira de Sá

Imaginem uma greve geral sem história. Agora imaginem que a PSP resolve fazer história com a greve geral. Impossível? Não.

O comportamento da PSP foi, no mínimo, deplorável. Uma situação banal, típica nestas coisas, descamba num arraial de porrada com a PSP a bater em tudo que mexe. Enfim, nada que me espante. Amanhã, depois de tudo ter acalmado, vão regressar aos costumeiros esconderijos atrás das moitas nas bermas de estrada com os seus radares. A caça à multa regressa dentro de momentos. O profissionalismo devido, esse, pode ser que chegue um dia...


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Quinta-feira, 22 de Março de 2012
por Judite França

Aos especialistas em direito, uma ajuda, sff: chamar fascista aos bófias e aos motoristas é agressão verbal ou ofensa à honra? Uma das duas o STAL quer demonstrar nestas imagens que intitula de «intervenção policial da PSP em Oeiras» e publica hoje no seu site?
Das imagens, o que eu vejo é que, enquanto alguns querem ir trabalhar - e os sindicalistas querem impedi-los à força, como se fosse legal -, os agentes tentam cumprir a lei de mansinho: abraçam o grupo de manifestantes com cuidado, para os afastar da porta, ao mesmo tempo que vão ouvindo impropérios e insultos.

 

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Segunda-feira, 27 de Fevereiro de 2012
por Fernando Moreira de Sá

... ou apenas um desabafo.

 

Domingo, Régua, a meio da tarde. Numa descida, uma brigada da GNR (já na sexta-feira anterior os vira, estes ou outros, noutro local da Régua, pouco passava das 22h) mandava parar alguns condutores. Uma operação stop. Mais uma. Nos últimos meses passo a vida a cruzar-me com coisas destas.

 

Um pouco mais à frente, numa tasca da Régua de nome estranho, "Alto gabarito - João Quintela", aproveito para lanchar. A meio de um valente naco de vitela peço uma cola (eu sei, que pecado acompanhar com "tinto americano" a iguaria, eu sei, mil perdões) e recebo como resposta: "Não tenho. Sabe, fomos assaltados esta noite e levaram a máquina do tabaco, os refrigerantes e aquelas coisas da TDT. Já perdi a conta aos assaltos que temos sofrido". Os larápios conseguiram roubar as bebidas, o descodificador da TDT e, pasme-se, levar a máquina do tabaco, uma coisa assim para o grande e que mal cabe na porta da tasca. Imagino a trabalheira dos moços a carregar aquilo às costas para a viatura. E tudo na paz do Senhor.

 

A senhora, furiosa, atirou: "AGNR para fazer operações stop na caça à multa está sempre pronta, agora vigiar as ruas da nossa Régua para afugentar os ladrões, nada. Nem me admira, li num jornal que eles são obrigados a isso." 

 

Não faço a mais pequena ideia se é mesmo assim ou não. Uma coisa sei: nos últimos meses, repito, passo a vida a cruzar-me com operações stop. Só numa semana foram duas na Régua, uma perto de Vila Real, outra entre Folgosa do Douro e o Pinhão e outra no Grande Porto. Coincidência, continuo a não me cruzar com polícias nas principais ruas comerciais destas cidades. Estranho, não?


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