Segunda-feira, 8 de Abril de 2013
por Carlos Faria

Que confiança merece um político que quer ser Primeiro-ministro num futuro mais ou menos próximo para resolver os problemas de Portugal se no presente diz "Quem criou o problema que o resolva", como se as vítimas deste problema não fossem o País e o Povo que ele pretende governar?

Que autoridade moral tem um político que diz "Quem criou o problema que o resolva", quando critica governos estrangeiros ao não serem solidários com os países resgatados como Portugal, eles que consideram que os Estados sujeitos à troika devem corrigir-se no presente e à sua custa dos erros do passado?

Que credibilidade merece um político que diz "Quem criou o problema que o resolva" e a seguir tem como solução alternativa renegociar um acordo assinado por um governo vindo do seu partido com instituições internacionais criando um problema de cumprimento ao País, enquanto a outra parte não dá sinais de pretender renegociar melhores condições (antes pelo contrário) nem criou o problema nacional?


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Sábado, 6 de Outubro de 2012
por Carlos Faria

As esquerdas reuniram-se pra refletir sobre alternativas e parece que... As principais ideias do Congresso Democrático das Alternativas (CDA) que decorreu ontem na Aula Magna em Lisboa são três: denunciar o Memorando de entendimento, renegociar a dívida pública e demitir o governo de Pedro Passos Coelho

Resumindo: Tudo passa pela negação: não ao memorando, não aos termos de pagamento da dívida e não ao governo em exercício.

A única coisa que os une é o não ao que há neste momento e sempre que alguém discorda, desunem-se, pois é muito mais fácil dizer que não quero ir por aí, do que assumir um outro caminho para se ir.

Denunciar o memorando é bonito de se dizer, mas com isso, como renegociariam uma dívida em melhores condições perante os credores?

Pode-se dizer "não pagamos", mas será que um povo que nem na alimentação é autossuficiente pode dizer hoje que não paga e amanhã comprar cereal para o seu pão ao exterior?

Podemos sempre demitir o governo, mas sem eleições qual a sua legitimidade? Com eleições, quem lhes garante que terão a união no essencial para formar um governo se nem num congresso conseguiram acordo de ideias?


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Quinta-feira, 27 de Setembro de 2012
por Carlos Faria

Alguns deputados socialistas sugeriram a demissão da Paula Teixeira da Cruz, por ter dito que ninguém «ninguém está acima da lei», que «tudo deve ser investigado» e que «acabou o tempo» em que havia «impunidade».

Será que com isso queriam dizer que há socialistas acima da lei, que não devem ser investigados e para os quais se deve preservar a impunidade?

 

Efetivamente se pensavam isso, tal talvez possa justificar alguns comportamentos difíceis de compreender, nomeadamente ao nível as renegociações de algumas ppp... eu por mim subscrevo o que disse a atual ministra da Justiça e que se as investigações descobrirem culpados, estes não saiam impunes, sejam socialistas ou não.


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Segunda-feira, 6 de Agosto de 2012
por Carlos Faria

Podem ser estratégias oposicionistas propor que se enfrente a crise mais devagar a ver se não dói tanto para agradar os insatisfeitos das consequências da opção do Governo de lutar contra a crise rapidamente e propor deixar algo como está sempre que alguém protesta uma mudança implementada pelo Executivo.

Contudo, alguém se lembra mesmo de alguma proposta ou ideia original de Seguro para Portugal de modo a se resolverem os problemas do País?


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Sexta-feira, 3 de Agosto de 2012
por Diogo Agostinho

Que rendimento dá a uma empresa 1/73 de Administrador? 

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Quarta-feira, 1 de Agosto de 2012
por Carlos Faria

Já sei que na gestão privada de longa data, à exceção dos envolvidos nas empresas, mais ninguém tem nada a ver com quem é admitido para trabalhar nem com os respetivos laços familiares com a hierarquia administrativa.

Agora ainda não percebi qual o distanciamento familiar nas novas admissões no setor público e nas empresas recém-privatizadas para não ferir suscetibilidade.

Hoje já sei que o estigma numa empresa recém-privatizada maioritariamente vai pelo menos até ao sobrinho-neto, alguém me diz qual o limite para não gerar "inconveniências" no politicamente correto?


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