Sexta-feira, 5 de Abril de 2013
por Fernando Moreira de Sá

O Rodrigo escreveu um post que, obviamente, subscrevo. Mesmo que tenha de lhe fazer um pequeno, minúsculo reparo, quase nada: foi preciso a coisa bater à porta, na capital do império, para acordarem para esta pequena maravilha. Ainda bem.

 

Realmente, Paulo Rangel escreveu uma lei que dá azo a várias interpretações e que está a ser interpretada de todas as formas e feitios pelos diferentes tribunais. Aliás, num excelente exemplo da qualidade dos nossos legisladores (e dos nossos tribunais), sobre a mesma lei temos tido uma coisa e o seu contrário no que toca a decisões judiciais. "Porreiro, pá".

 

No texto do Rodrigo existe uma coisa que me chamou a atenção: contratar um parecer de "Rangel, o advogado" para esclarecer "Rangel o legislador". Ora bem, não está mal pensado, não senhor. Até por "parecer" que, no que toca ao Porto (câmara) é algo que não será estranho. A tal ponto que, por vezes, no caso dos seus ataques à candidatura de Luís Filipe Menezes, não consigo perceber se Rangel está a falar na qualidade de legislador, na de político ou como profissional (na de prestador de serviços)...


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